Conversa arranque

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A análise e debate da atualidade internacional (semana #06 de 2020) pela rádio/TV portuguesa

2020.02.11 00:48 pica_foices A análise e debate da atualidade internacional (semana #06 de 2020) pela rádio/TV portuguesa

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2020.02.05 19:50 pica_foices A análise e debate da atualidade internacional (semana #05 de 2020) pela rádio/TV portuguesa

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2019.09.16 20:31 fidjudisomada [Pre-Match Thread] UEFA CL 2019/20, #1: SL Benfica vs. RB Leipzig

Conferência de imprensa de Bruno Lage

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Ivan Zlobin e Odysseas;
  • Defesas: Jardel, Ferro, André Almeida, Rúben Dias, Grimaldo, Nuno Tavares e Tomás Tavares;
  • Médios: Fejsa, Samaris, Pizzi, Caio, Taarabt, Rafa, Cervi e David Tavares;
  • Avançados: Jota, Seferovic e Raul de Tomas.

Boletim Clínico

  • Chiquinho: desinserção do tendão médio adutor, à esquerda;
  • Conti: lesão muscular na região anterior da coxa direita;
  • Gedson: fratura na base do quinto metatarso do pé direito. Já faz treino parcial;
  • Gabriel: entorse do joelho direito, com lesão do ligamento lateral externo;
  • Vinícius: lesão muscular na região posterior da coxa esquerda;
  • Florentino: lesão no menisco interno do joelho direito.

Retrospectiva

O Leipzig está apenas pela segunda vez na fase de grupos da UEFA Champions League e, tal como na estreia em 2017/18, vai ter de medir forças com uma experiente equipa portuguesa, viajando até Lisboa para defrontar o Benfica.
A equipa alemã conquistou a sua primeira vitória europeia frente ao Porto, rival do Benfica, na terceira jornada há dois anos e quer ter início positivo no primeiro duelo de sempre com o clube que está a iniciar a décima campanha consecutiva na UEFA Champions League.
Embora este seja o primeiro encontro oficial entre as duas equipas equipas, ambas defrontaram-se num jogo particular no Verão de 2017, em que o Leipzig ganhou por 2-0 em Londres. Marcel Halstenberg apontou um dos golos.

Guia de forma

Benfica
  • Campeão português pela 37ª vez na época passada, alargando o seu próprio recorde, o Benfica está na fase de grupos pela 15ª vez, embora só tenha passado aos oitavos-de-final em cinco dessas 14 campanhas. Os encarnados alcançaram os quartos-de-final em 1994/95.
  • Em 2018/19, o Benfica ficou no terceiro lugar do Grupo E com sete pontos, atrás de Bayern e Ajax, tendo passado para a UEFA Europa League. Depois de afastar Galatasaray (2-1 no total) e Dínamo Zagreb (3-1 no total), foi eliminado pelo Eintracht Frankfurt, devido aos golos marcados fora, nos quartos-de-final (4-2 c, 0-2 f).
  • Na primeira mão ante o Eintracht, o Benfica marcou pela primeira vez mais de um golo no tempo regulamentar em 15 jogos europeus em Lisboa, apontando um total de apenas 11 nessa sequência.
  • O clube da Luz perdeu apenas um dos últimos oito jogos europeus em casa (4V 3E), embora essa derrota tenha ocorrido frente a um rival alemão na primeira jornada da época passada, quando o Bayern venceu por 2-0.
  • O Benfica tem vasta experiência de duelos com adversários alemães, somando 14 vitórias, 14 empates e 20 derrotas em 48 jogos da UEFA. Sofreu apenas três desaires nos 23 jogos disputados em casa (12V 8E).
  • As "águias" chegaram a sete finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus, tendo conquistado o troféu em 1961 e 1962.
Leipzig
  • Terceiro na Bundesliga e finalista da Taça da Alemanha na época passada, o Leipzig está a realizar a terceira campanha europeia e este será apenas o seu 25º jogo. Foi o primeiro clube a fazer a estreia europeia na fase de grupos da UEFA Champions League, em 2017/18, quando somou sete pontos e ficou em terceiro lugar num grupo em que também estavam Beşiktaş, Porto e Mónaco. Os alemães chegaram até aos quartos-de-final da UEFA Europa League, mas foram eliminados pelo Marselha.
  • Há dois anos, o Leipzig perdeu em casa do Beşiktaş (0-2) e no Porto, mas foi vencer por 4-1 ao Mónaco, conquistando a sua primeira vitória fora de casa na Europa.
  • Em 2018/19, o clube alemão ultrapassou três pré-eliminatórias e atingiu a fase de grupos da UEFA Europa League, mas foi eliminado da prova depois de somar sete pontos, terminando atrás de Salzburgo e Celtic.
  • O Leipzig venceu apenas três dos 12 jogos fora de casa na Europa (4E 5D).
  • Uma dessas cinco derrotas fora de casa aconteceu na única visita anterior a Portugal, com o Porto a ganhar por 3-1 na quarta jornada da UEFA Champions League de 2017/18, com Timo Werner a marcar o único golo dos visitantes. Willi Orban e Emil Forsberg tinham marcado no triunfo em casa, por 3-2, duas semanas antes, por sinal a primeira vitória europeia do Leipzig.

Ligações e curiosidades

  • O guarda-redes do Benfica, Odisseas Vlachodimos, nasceu na Alemanha e começou a carreira no Estugarda, cidade onde nasceu. Foi membro não utilizado na selecção da Alemanha que venceu o Campeonato da Europa de Sub-21 de 2017.
  • O avançado do Benfica, Haris Seferović, jogou três épocas no Eintracht Frankfurt, marcando 16 golos na Bundesliga, antes de se mudar para Lisboa em 2017. Fazia parte da equipa que perdeu por 3-0 contra o Leipzig em Janeiro de 2017, quando Werner marcou o segundo golo, enquanto Marcel Sabitzer e Yussuf Poulsen marcaram no empate a dois golos entre Leipzig e Eintracht, em Maio desse ano.
  • Forsberg marcou o único golo no triunfo da Suécia sobre a Suíça, que contou com Seferović como suplente utilizado na segunda parre, nos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo de 2018.
  • Hannes Wolf fazia parte da equipa do Salzburgo que venceu o Benfica por 2-1 e conquistou a final da UEFA Youth League de 2017. Rúben Dias, Florentino Luís, Gedson Fernandes e Jota jogaram pela equipa portuguesa.

Notícias mais recentes

Benfica
  • Transferências de Verão. Entradas: Jhonder Cádiz (Vitória FC), Caio Lucas (al-Ain), Chiquinho (Moreirense), Raúl de Tomás (Real Madrid), Carlos Vinícius (Nápoles)
  • Transferências de Verão. Saídas: Raúl Jiménez (Wolves), Bruno Varela (Ajax, empréstimo), Diogo Gonçalves (Famalicão, empréstimo), João Félix (Atlético Madrid), Filip Krovinović (West Brom, empréstimo), Alfa Semedo (Nottingham Forest, empréstimo), Yuri Ribeiro (Nottingham Forest), Cristian Lema (Newell's Old Boys), Eduardo Salvio (Boca Juniors), Chris Willock (West Brom, empréstimo)
  • O Benfica conquistou a Supertaça portuguesa no dia 4 de Agosto, ao golear o rival lisboeta Sporting, por 5-0.
  • O conjunto encarnado iniciou a defesa do seu título de campeão português com outro triunfo por 5-0, desta feita na recepção ao Paços de Ferreira, antes de vencer fora o Belenenses, por 2-0. Contudo, a sua série de 11 vitórias consecutivas em jogos do campeonato foi quebrada a 24 de Agosto, altura em que o FC Porto foi ao Estádio da Luz triunfar por 2-0.
  • Esse foi o primeiro desaire caseiro do Benfica desde 2 de Novembro de 2018, quando o Moreirense se superiorizou por 3-1; o seu registo desde então era de 18 vitórias e três empates. No passado sábado as "águias" voltaram aos triunfos caseiros ao baterem o Gil Vicente por 2-0.
  • O Benfica marcou 39 golos nos seus 11 últimos jogos do campeonato.
  • Adel Taarabt alinhou nos dois amigáveis que Marrocos disputou durante a pausa para as selecções, naquelas que foram as suas duas primeiras internacionalizações desde Março de 2014. O médio renovou o seu contrato com o Benfica até 2022.
  • Gabriel tem estado afastado dos relvados desde 4 de Agosto, devido a uma lesão no joelho, ao passo que Chiquinho saiu a coxear do encontro ante o Porto, com um problema numa coxa. Vinícius (coxa), Gedson (pé), Germán Conti (coxa) e David Tavares (joelho) estão todos lesionados.
  • Em Agosto, Odisseas Vlachodimos, Haris Seferović e Tomás Tavares renovaram os respectivos contratos até 2024.
Leipzig
  • Transferências de Verão. Entradas: Hannes Wolf (Salzburgo), Luan Cândido (Palmeiras), Christopher Nkunku (Paris), Ethan Ampadu (Chelsea, empréstimo), Ademola Lookman (Everton), Philipp Tschauner (Hannover), Patrik Schick (Roma, empréstimo)
  • Transferências de Verão. Saídas: Bruma (PSV Eindhoven), Julian Krahl (Köln), Marius Müller (Luzern), Jean-Kévin Augustin (Mónaco, empréstimo)
  • O Leipzig bateu por 3-2 o VfL Osnabrück, clube da segunda divisão, na primeira eliminatória da Taça da Alemanha, a 11 de Agosto, numa partida onde Marcel Sabitzer bisou. O sorteio da segunda ronda ditou uma visita ao reduto do Wolfsburgo, em Outubro.
  • O Leipzig protagonizou um arranque perfeito na Bundesliga, sendo a única equipa que conta por vitórias as três jornadas já disputadas. Goleou (4-0) fora o Union Berlin a 18 de Agosto, uma semana antes de derrotar o Eintracht Frankfurt, por 2-1. A ronda mais recente do campeonato germânico rendeu uma vitória, por 3-1, no reduto do Borussia Mönchengladbach, a 30 de Agosto.
  • O Leipzig viu o seu arranque 100 por cento vitorioso na Bundesliga chegar ao fim no sábado, com um empate 1-1 na recepção ao campeão Bayern.
  • Timo Werner marcou os três golos em Gladbach e já contabiliza cinco nos quatro primeiros compromissos na Bundesliga.
  • Christopher Nkunku assinalou a sua estreia frente ao Union Berlin com a obtenção de um golo, isto depois de ter sido lançado no decurso do jogo.
  • Sabitzer e Konrad Laimer facturaram pela Áustria num triunfo (6-0) sobre a Letónia na Qualificação Europeia para o UEFA EURO 2020, a 6 de Setembro; Patrik Schick marcou, no dia seguinte, pela República Checa numa derrota (2-1) no Kosovo.
  • Emil Forsberg marcou o golo que valeu à Suécia um empate (1-1) ante a Noruega, a 8 de Setembro, enquanto Marcel Halstenberg deu à Alemanha a liderança no marcador durante o triunfo (2-0) na Irlanda do Norte, a 9 de Setembro, naquele que foi o seu primeiro golo ao serviço da selecção germânica.
  • Tyler Adams não joga desde o início de Agosto, devido a uma lesão no metatarso.
  • A 17 de Junho, Hannes Wolf marcou pela Áustria contra a Sérvia no seu primeiro jogo do Campeonato da Europa de Sub-21, isto antes de sofrer uma fractura no tornozelo direito.

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. Estreia na UEFA Champions League 19/20! Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  2. Qual é o teu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  3. Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  4. Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
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2019.08.24 22:08 fidjudisomada Primeira Liga 2019/20, #3: SL Benfica 0-2 FC Porto

OLHAR JÁ EM FRENTE!

O Benfica perdeu o clássico na 3.ª jornada da Liga NOS (0-2). E tudo começou numa carambola, ao minuto 22, com o FC Porto a aproveitar o momento de fortuna para se colocar em vantagem, que reforçaria já muito perto do fim, após o tudo por tudo das águias em busca de outro resultado.
O duelo abriu com um bom lance de ataque do Benfica, em velocidade, mas a bola acabou por não pingar na grande área, desaproveitando-se uma possível oportunidade de golo.
O Benfica procurava ter bola para construir, beneficiou de um livre direto à entrada da área aos 16' (falta sobre Rafa) e, na marcação, Grimaldo tentou alvejar a baliza portista, mas acertou na barreira. O FC Porto replicou a intenção de posse e deu trabalho à defensiva encarnada.
Aos 21', após passe de Marega, Zé Luís acelerou, escapou à linha recuada das águias e, descaído para a direita, na área, disparou para excelente defesa de Odysseas, que repeliu para fora. No canto subsequente (22'), a bola caiu à entrada da pequena área, Ferro afastou de cabeça, mas o esférico ainda espirrou no corpo de Rúben Dias, sobrando, com felicidade, para a emenda de Zé Luís, muito perto do poste direito (0-1). O Benfica sofria assim o primeiro golo nesta edição da Liga NOS.
A equipa benfiquista tentou reagir, mas a ligação e articulação ofensiva não foi suficientemente eficaz para criar desequilíbrios e furar a organização defensiva do FC Porto, que, em ataques rápidos, esboçava ameaças.
Perto do intervalo, quando o guarda-redes Marchesín já tinha visto um cartão amarelo por demora na reposição de bola, as águias ainda apertaram os dragões, mas o cruzamento de Rafa, sobre a esquerda, não foi aproveitado por Seferovic (cabeceamento sobre a trave aos 40').
No arranque do segundo tempo, o treinador Bruno Lage alterou uma peça na estrutura inicial: saiu Samaris, entrou Taarabt. A ideia era aumentar a dinâmica ofensiva, melhorar o critério e ir atrás do golo que igualasse o clássico, para depois poder lutar pela vitória. Porém, as dificuldades de envolvimento e progressão mantiveram-se.
Ao minuto 71 houve nova mudança nas águias: saiu Raul de Tomas e entrou Chiquinho. No lance seguinte, Rafa recebeu a bola na área, deslizou um pouco para a direita e rematou, mas com pouca força, à figura do guarda-redes Marchesín.
Os portistas responderam por Marega na exploração da profundidade. O maliano isolou-se pela ala central, Odysseas fez oposição e a bola foi para fora (78'). Logo a seguir mais uma troca no Benfica: saiu Florentino, entrou Vinícius. Bruno Lage arriscava tudo para modificar o cenário.
Em mais uma bola lançada para as costas da defensiva benfiquista, Marega recolheu o esférico, progrediu e atirou. A bola bateu no poste direito e ressaltou para o interior da baliza encarnada aos 86' (0-2), numa altura em que o Benfica se via confrontado com outro infortúnio: Chiquinho, lesionado, era uma pedra a menos no meio-campo.
Já dentro do tempo adicional, Seferovic ainda acertou nas redes portistas, correspondendo a um centro de Pizzi sobre o flanco direito, mas o golo foi anulado pela equipa de arbitragem (com ratificação do VAR) por fora de jogo.
O clássico fica para trás, agora é olhar em frente: o próximo desafio é a visita a Braga, no dia 1 de setembro (domingo), na 4.ª jornada da Liga NOS.

BRUNO LAGE: “FAZER UM GRANDE JOGO COM O SC BRAGA”

No final do clássico com o FC Porto, em conferência de Imprensa, o treinador do Benfica, Bruno Lage, considerou que as águias foram crescendo na partida, explicou as três substituições, garantiu que conta com todos os futebolistas e apontou baterias a “um jogo complicado” com o SC Braga e à evolução constante.
Análise a uma exibição em crescendo
“Acaba por ser uma vitória justa do FC Porto, porque marcou dois golos e nós não. Muito por culpa própria. Forte pressão inicial do FC Porto, estávamos à espera disso. Tentámos colocar muitas bolas em profundidade, bolas pelo ar, o jogo foi para isso e nós não temos hipóteses, porque [o FC Porto] tem dois centrais muito fortes no jogo aéreo, dois avançados muito fortes a ganhar a primeira e segunda bolas. Não tivemos capacidade de colocar a bola no chão, sair com mais critério na construção para ligar o jogo entrelinhas. Tentámos corrigir e começámos a melhorar com a entrada do Adel [Taarabt]. Tivemos mais qualidade, mas no último terço abusámos do passe vertical, com os nossos avançados a sofrerem marcação cerrada. Na segunda parte fomos crescendo, até que numa transição em que o Chiquinho já estava em dificuldade somos apanhados desprevenidos e o FC Porto fez mais um golo.”
“Às vezes as pessoas perguntam por que é que temos dois médios-centro. É para projetarmos os laterais em profundidade. Chegámos a ter seis homens à frente da linha de bola. Temos de ter algum equilíbrio e por isso jogamos com os dois médios. Tivemos dificuldade na construção e faltou-nos paciência. O primeiro golo do FC Porto é obtido com alguma felicidade. A bola bate no Rúben, sobra e Zé Luís marca. A nossa segunda parte foi mais próxima do que costumamos fazer. Encostámos o FC Porto à área com alguns cruzamentos, mas não tivemos o volume de jogo que costumamos ter.”
As entradas de Taarabt, Chiquinho e Vinícius
“A ideia foi deixar de ter dois médios paralelos aos centrais na construção, tendo o Taarabt noutra linha. Tivemos maior posse de bola e com qualidade; a entrada do Chiquinho foi para termos mais movimentos interiores, nomeadamente na direita. Depois arriscámos tudo com o Vinícius e o Seferovic na frente, por forma a chegarmos mais perto da baliza adversária. Conseguimos, criámos mais volume de jogo e com qualidade. Sinto que fomos superiores na segunda parte.”
Boa resposta a início de temporada complicada
“Sabíamos que tínhamos um início de época complicado. Jogámos com o Sporting, Paços de Ferreira, que foi o campeão da II Liga, Belenenses SAD num campo difícil, FC Porto e agora vamos ao campo do SC Braga. Preparámo-nos para isso. O nosso caminho é olhar para o que fizemos e preparar o jogo seguinte. Será difícil, mas certamente vamos fazer um grande jogo.”
Adversário não surpreendeu
“A única dúvida que tínhamos era se entrava o Romário Baró ou o Otávio. O FC Porto já tinha jogado assim com o Krasnodar na Rússia e voltou a fazê-lo com o V. Setúbal. Acabámos por levar o jogo para as questões mais físicas e aí o FC Porto é mais forte. Mudámos e nos últimos 20/25 minutos o Benfica esteve mais fresco e o FC Porto mais cansado.”
Continuar a evoluir
“As comparações… Tivemos cinco semanas de férias. A época passada fechou e agora temos de fazer algo de novo, porque há jogadores que saem e outros que entram. Temos de olhar para as características dos nossos jogadores, pois são eles que nos dão o que vai ser a nossa dinâmica. A nossa transição defensiva não é tão forte? Certo, porque perdemos um jogador. O Gabriel é muito forte na transição defensiva; em dois/três passos chega forte ao adversário e condiciona a sua saída. Só pela saída deste jogador e entrada de outros temos outra forma de jogar. As avaliações coletivas dependem das características dos jogadores e do que eles oferecem ao coletivo. O importante é percebermos o que temos de fazer para sermos competentes e isso parte do nosso trabalho. O que eu disse ao intervalo aos nossos jogadores foi: ‘se continuarmos a insistir neste jogo que nunca nos levou a lado nenhum, perdemos; vamos à procura do nosso jogo, vamos para cima deles’. Os jogadores correram muito.”
“Acha que é com uma derrota que mudo uma forma de trabalhar de oito meses? A minha forma de trabalhar é muito simples: analisar um jogo, preparar a equipa e o jogo seguinte [com o SC Braga]. Agora vamos ter um adversário difícil, vamos treinar muito bem e prepará-lo da melhor forma para vencer. Vou analisar a lesão do Chiquinho, temos mais uma semana para o André Almeida se preparar da melhor forma, esperar pelo Gedson e pelo David Tavares… Temos sempre de evoluir.”
“Comigo ninguém cai”
“Faço uma substituição aos 45 minutos, outra perto dos 60/65 minutos e outra a 10 minutos do fim. Acabámos o jogo com um médio, o Chiquinho a jogar entrelinhas, dois pontas de lança e apenas três homens no equilíbrio. Não vou mudar a pensar nos outros. Às vezes, arriscamos demais. Não me arrependo de nada. O miúdo [Nuno Tavares] esteve bem com o Sporting, com o Paços de Ferreira (em que marcou), com o Belenenses SAD. Acha que foi por ele que perdemos? Temos de dar valor ao miúdo, que vai fazer uma grande carreira neste Clube. Comigo ninguém cai.”

Coisas e Loisas

  • Ao 4.º jogo, Benfica sofre o 1.º golo da época. No jogo de hoje, o Benfica já permitiu 4 remates ao FC Porto, e ainda só rematou uma vez (sem acertar na baliza) - dados referentes aos 30 primeiros minutos;
  • Pizzi cumpre o jogo 200 na Liga Portuguesa: 41 Paços Ferreira; 2 SC Braga; 157 Benfica; 50 golos; 4 títulos; Melhor Jogador da Liga em 2016/17;
  • 1.ª derrota de Bruno Lage na Liga, ao 22.º jogo. Este foi, ainda, o 1.º jogo do Benfica sob orientação de Bruno Lage que não marcou qualquer golo;
  • 5.ª derrota de Bruno Lage como treinador do Benfica (33 jogos), a 2.ª frente ao FC Porto. Derrotas de Bruno Lage como treinador do Benfica: FC Porto (2); Dinamo Zagreb; Sporting; Eintracht Frankfurt;
  • Benfica não ficava em branco em casa em jogos da Liga desde abril de 2018, frente ao... FC Porto. Sob orientação de Bruno Lage, esta foi a 2.ª vez que o Benfica não marcou em casa (Galatasaray e FC Porto);
  • Ao 16.º jogo, 1.ª derrota de Bruno Lage em casa como treinador do Benfica (todas as competições). O Benfica não perdia no Estádio da Luz desde novembro de 2018 (1x3 frente ao Moreirense);
  • O Benfica efetuou 6 remates (apenas um à baliza), enquanto o FC Porto rematou 11 vezes, com 5 remates enquadrados com a baliza. Remates contra o FC Porto na Liga2019/20: Gil Vicente: 13 (7 à baliza); V. Setúbal: 6 (5 à baliza); Benfica: 6 (1 à baliza).

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o SC Braga na próxima partida, no Estádio Municipal de Braga, em jogo a contar para a 4.ª rodada da Primeira Liga 2019/20. Quais as perspetivas?

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2019.08.22 13:54 fidjudisomada Primeira Liga 2019/20, #3: SL Benfica vs. FC Porto

BRUNO LAGE: "A NOSSA ÚNICA PREOCUPAÇÃO É VENCER"

Em conferência de Imprensa no auditório do Caixa Futebol Campus, Bruno Lage, treinador do Benfica, fez a antevisão do jogo com o FC Porto, ao início da tarde de sexta-feira.
O pontapé de saída do clássico da 3.ª jornada da Liga NOS está marcado para as 19h00 de sábado no Estádio da Luz e o técnico do Benfica espera que seja mais um espetáculo de grande qualidade, arrebatador. No lançamento do desafio, Bruno Lage falou da forma como a sua equipa se preparou para o duelo, deixou uma mensagem aos seus avançados, abordou o tema Rafa e as faltas que este tem sofrido e analisou o adversário.
Este sábado é dia de estreia para si e para a sua equipa técnica num clássico no Estádio da Luz. Que resposta gostava de ver o Benfica dar?
Gostava de assistir a um grande jogo de futebol à semelhança do que foi o FC Porto-Benfica para a Taça da Liga e o FC Porto-Benfica para o Campeonato [na época passada]. Foram dois jogos excecionais! Uma vitória do FC Porto, uma vitória do Benfica, mas saliento a qualidade de jogo e tudo aquilo que se passou, antes, durante e após o jogo, de grande elevação para o futebol nacional.
Na antevisão desta partida, o treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, disse que o Benfica tem o melhor plantel dos últimos anos. Qual é a sua maior preocupação quanto a este FC Porto?
O melhor plantel... no ano passado tínhamos. Acredito nisso, que o melhor é o que vence. Este ano ainda estamos a começar, vamos agora caminhar para a 3.ª jornada... Se chegarmos ao fim e vencermos, concordo com Sérgio Conceição, porque acredito que o melhor plantel é aquele que vence. Se hoje nos sentimos fortes como equipa e plantel, também não podemos esquecer o que era um passado recente, em que um treinador que cá estava optava por jogar Rodrigo ou Lima, Witsel ou Aimar... Estou completamente satisfeito com o nosso plantel, mas em todos os momentos temos de dar boas respostas. Olhar para o FC Porto é olhar para toda a sua qualidade. Nunca analiso um jogo em função de um resultado, mas sim da qualidade. Nestes quatro jogos, como nós, o FC Porto tem coisas boas e coisas menos boas. Acredito que do outro lado seja isto que esteja em mente: ter cuidados com o que fazemos de bom em termos coletivos e tentar aproveitar aspetos que ainda não estão tão bem trabalhados. Vejo uma equipa forte, determinada, com enorme organização coletiva e valores individuais muito fortes.
Concorda que Rafa tem sofrido faltas excessivas? O treinador do FC Porto considera que os jogadores que fazem a diferença são sempre alvo de maior atenção, mas disse que vai olhar para o Benfica enquanto coletivo, focando-se menos em jogadores em particular...
Tenho de concordar com Sérgio Conceição numa coisa, e por vezes isto também serve um bocadinho de reflexão para vós: as perguntas sempre no individual e depois dois treinadores a olhar mais para as questões coletivas. Completamente de acordo com isso. Sobre a questão do Rafa e dos valores individuais de uma equipa ou de outra: gosto de ver arbitragens à inglesa. E não estamos aqui a olhar para o Rafa. Seja o Rafa ou o Díaz, quando um jogador dribla um adversário e é travado em falta, tem de haver cartão amarelo, na minha opinião. Se queremos privilegiar o futebol ofensivo, um jogador qualquer que drible e depois seja parado em falta, isso tem de ser punido com cartão amarelo. Contra ou a favor do Benfica. Se o árbitro avisa à primeira, à segunda, à terceira... isso enerva de um lado e do outro. Se na primeira falta destas sai um cartão amarelo para qualquer dos lados, um bom árbitro agarra logo o jogo, e os próprios jogadores vão perceber que não podem travar os adversários em falta pela sua qualidade individual.
Raul de Tomas ainda não marcou golos. Chiquinho, por outro lado, tem merecido elogios. Pode ser uma ameaça para RDT e um par perfeito para Seferovic?
Isso é o que eu ando a dizer desde o início da época: eu quero é ameaças para toda a gente! E não sou o único treinador a dizê-lo. Queremos um plantel competitivo. A competitividade é que faz crescer. Sobre o Raul ou outro jogador marcar ou não marcar golos: lá está, é a questão individual, não estamos a olhar muito para o coletivo, e coletivamente sentimos que criamos muitas oportunidades e temos marcado muitos golos.
...
Vou falar dos nossos dois avançados, pelo facto de ainda não terem feito golos. Não tem qualquer problema. Foi a primeira coisa que lhes disse hoje. Não lhes vou pedir para marcar golos, mas quando deixarem de correr... não têm hipótese. Todos os avançados passam por isso. Ainda na época passada estive aqui a falar sobre o João Félix, que estava há dois jogos sem marcar e depois teve uma resposta fantástica e fez um hat-trick [na Liga Europa, frente ao Eintracht Frankfurt, no Estádio da Luz]. Sobre este tema recordo-me sempre das palavras do míster Nené. Toda a gente o conhece, foi um dos melhores marcadores do Benfica e também passou por isso. Ele dizia-me que quando não marcava golos também sofria pressão e a sua resposta era correr, sempre correr mais do que os adversários e do que os colegas que quisessem conquistar um lugar, porque assim, quando surgisse a oportunidade, ele fazia o que fez sempre, que era marcar golos. O mais importante é termos consciência dos homens que temos cá em casa. Tivemos três jogos, marcámos 12 golos, mas a questão individual vem sempre à baila. Nesta sequência de 20/21 jogos de campeonato, vencemos duas vezes por 1-0: uma em casa do V. Guimarães, outra em casa com o Tondela. Sabem quem marcou? Seferovic! E sempre a sair do banco. Por isso, duas coisas: espero que o Seferovic e o Raul tenham essa consciência de que quando os colegas não marcarem, eles consigam marcar e dar-nos a vitória; Seferovic, Raul e todos os avançados são importantes para a equipa e não precisam de começar no onze inicial.
O Benfica pode igualar a melhor série de vitórias no arranque do Campeonato. É mais uma meta que quer alcançar?
A única preocupação é vencermos o nosso jogo. Não me interessa esse tipo de recordes. Acredito muito é que ninguém perde nada à 3.ª jornada. E um bom exemplo disso é o que fizemos na época passada. Neste momento o mais importante é termos consciência do trabalho que temos de fazer e prepararmo-nos para vencer. O resto passa-nos ao lado.
Se perder, o FC Porto fica com seis pontos de atraso para o Benfica. O facto leva este clássico para outra dimensão no que à luta pelo primeiro lugar diz respeito?
Respondi na pergunta anterior... É olhar para o exemplo da época passada. Quando cá cheguei estávamos a sete pontos do primeiro lugar. O que é que diziam de nós nessa altura? Que tínhamos perdido o campeonato, que não havia hipótese, ainda por cima tendo sido o treinador da B a assumir a equipa principal. E acabámos por vencer! Independentemente da distância pontual a seguir ao jogo, nada fica decidido à 3.ª jornada.
O treinador do FC Porto tem feito algumas variações táticas na equipa. Como é que o Benfica se preparou para os sistemas do adversário?
Primeiro, não podemos fugir das características de cada um dos nossos jogadores. Há um ou outro que tem uma transição defensiva muito mais forte, e isso temos de ajustar e adaptar em função do adversário. E o outro momento é este: quando perdermos a bola, temos de estar no sítio certo, com gente preparada, atrás da linha da bola, para que o adversário não tenha tempo par pensar e solicitar os seus avançados, e que esses homens da frente tenham uma vigilância mais apertada. Se o FC Porto jogar em 4x4x2, o nosso equilíbrio será feito de uma maneira, e se jogar com um dos alas numa zona mais interior, o equilíbrio será feito de outra forma.
Sente que, nesta fase, o FC Porto está mais pressionado para vencer do que o Benfica?
Nenhuma das equipas vai olhar para a tabela classificativa ou para os pontos. A grande preocupação, de um lado e do outro, é vencer. Nós, independentemente do percurso que fizemos até aqui, e a jogar em casa, também não estamos pressionados para vencer? Estamos. Ambas as equipas estão pressionadas e, creio eu, motivadas para ganhar o jogo.
Considera arriscado jogar com um lateral-esquerdo adaptado à direita contra um rival como o FC Porto, até pelo facto de nesse corredor o adversário ter Alex Telles e Luis Díaz?
É o mesmo risco que colocar um ala a lateral-direito. É raro ver um lateral-esquerdo a jogar na direita, mas também pode trazer vantagens, como aquele golo que o Nuno Tavares marcou ao Paços de Ferreira. Se calhar, o maior risco foi colocar um jovem com apenas meia dúzia de jogos na II Liga a jogar uma Supertaça e a iniciar o Campeonato. Mas como conhecemos bem a qualidade do Nuno, não foi assim um risco tão grande.
Vê assim tantas diferenças no FC Porto para aquele que enfrentou e venceu, há uns meses, no Dragão?
Curiosamente não vejo, porque a questão coletiva está presente. Vejo que o Díaz é um jogador que também procura o espaço interior. Parecido com o Brahimi, mas diferente, porque este aparecia a jogar à frente do nosso bloco, dos nossos médios, enquanto Díaz segura-se mais entre linhas e ataca muito as costas do central. Essa é, eventualmente, a grande diferença. A força e a dinâmica do coletivo estão bem presentes.
Estamos a uma semana do encerramento do mercado de transferências. Este jogo pode ser decisivo quanto a alguma decisão sobre o reforço do plantel?
Não! E aproveito para informar que, após o fecho do mercado, terei todo o gosto em responder a todas as perguntas e esclarecer muita coisa, de forma aberta, também para que os nossos adeptos percebam aquilo que realmente acontece. A avaliação nunca é num jogo, é diária, no treino e no jogo.
MENSAGENS DE SOLIDARIEDADE
"Aproveito este momento para saudar o regresso de Nuno Pinto [à competição, depois de vencer um problema oncológico], e para dizer ao Ricardo que tenha muita força e veja o Nuno como exemplo de superação. São coisas que nos fogem do controlo, mas é preciso ter mentalidade forte. Quero também endereçar os meus sentimentos à família do júnior João Soares, que faleceu. Conheço o seu pai, o meu abraço para ele e para toda a família."

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Odysseas e Ivan Zlobin;
  • Defesas: Jardel, Ferro, André Almeida, Rúben Dias, Nuno Tavares e Grimaldo;
  • Médios: Caio Lucas, Chiquinho, Taarabt, Samaris, Pizzi, Florentino e Rafa;
  • Avançados: Seferovic, Vinícius, Raul de Tomas e Jota.

Boletim Clínico

  • Conti: lesão muscular na região anterior da coxa direita;
  • Ebuehi: lesão muscular na região posterior da coxa direita;
  • David Tavares: entorse do joelho direito;
  • Gedson: fratura na base do quinto metatarso do pé direito;
  • Gabriel: entorse do joelho direito, com lesão do ligamento lateral externo.

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  2. Qual é o teu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  3. Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  4. Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
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2019.08.17 22:03 fidjudisomada Primeira Liga 2019/20, #2: Os Belenenses, SAD 0-2 SL Benfica

NEM O RELVADO PAROU O BENFICA!

Rematador, persistente e determinado, o Benfica rompeu a organização defensiva do Belenenses SAD e, com golos no segundo tempo (Rafa e Pizzi), venceu por 0-2 na deslocação ao Estádio Nacional. Duas jornadas da Liga NOS, dois triunfos, com sete golos marcados e zero sofridos.
Porque todos os minutos são preciosos, o Benfica, perante um Belenenses SAD com uma linha defensiva formada por cinco elementos, entrou na partida a evidenciar objetividade no ataque e sentido de baliza. Rafa, no minuto inicial do encontro, esgueirou-se pela esquerda e deu trabalho ao guarda-redes Koffi, que mergulhou no relvado para desfazer a potencial ocasião de golo.
Com Pizzi a criar e a (bem) servir o ataque, apesar do (mau) estado do relvado, Raul de Tomas, aos 7', recebeu o esférico na grande área e rematou para defesa de Koffi. Gerando uma segunda vaga imediata, o espanhol procurou a finalização de Seferovic, mas o camisola 14 das águias não conseguiu emendar para dentro da baliza belenense.
Ligando o meio-campo e o ataque, o Benfica dispôs de nova chance aos 18'. Rafa combinou com Pizzi no corredor central, correu e recebeu dentro da área, onde iludiu o guardião Koffi com um toque subtil. Apareceu, no entanto, Nuno Coelho a salvar o Belenenses SAD quase em cima da linha de baliza, repelindo o esférico de qualquer maneira para longe.
Rafa, a fazer um passe certeiro, esteve também em ação no lance que aos 22' quase terminava com a bola colada às malhas do Belenenses SAD, mas Raul de Tomas, de pé direito, errou o alvo por centímetros: o esférico passou a rasar o poste direito.
Um livre direto (a castigar falta de Kau sobre Rafa, cujas "diabruras" penalizaram os adversários com cinco cartões amarelos...) levou Grimaldo para excelente posição para visar a baliza adversária aos 36', mas o lateral-esquerdo do Benfica acertou primeiro na barreira e depois atirou por cima da trave.
O Benfica, sempre muito apoiado pelos milhares de adeptos nas bancadas, continuou a rondar as malhas guardadas por Koffi, e Rafa, aos 41', tentou o golo num toque vistoso no coração da área, depois de um cruzamento de Grimaldo a partir da esquerda. O esférico, no entanto, tomou a direção do guarda-redes da equipa da casa.
A fechar a etapa inicial, a única jogada em que o Belenenses SAD incomodou verdadeiramente a defensiva do Benfica: Kikas escapou pela zona central (Rúben Dias escorregou), mas Odysseas respondeu "presente" e, com muita competência, parou a tentativa de finalização do atacante dos azuis.
De uma aceleração de Rafa sobre a ala direita, seguida de cruzamento, resultou a primeira chance para o Benfica após o intervalo. Seferovic, na área, cabeceou sobre a barra (47').
Os encarnados foram pressionando para se adiantarem no marcador e alcançaram o seu objetivo aos 58': Rafa, descaído para a esquerda, porfiou, jogou curto com Pizzi (assistência) e, já dentro da área, perto da marca de penálti, rematou forte e colocado para o 0-1. O camisola 27 estreava-se assim a faturar na Liga NOS 2019/20.
O Benfica procurou reforçar a vantagem, perante um Belenenses SAD que deu luta e se esforçou para contrariar os intentos do campeão em título. Ainda assim, a equipa azul só num lance no segundo tempo (em que o pé direito de Nuno Tavares não afastou a bola da área) criou calafrios a Odysseas (79').
Contando já com Chiquinho nas elaborações ofensivas (rendeu Raul de Tomas aos 74'), o Benfica desenhou um lance perfeito aos 84' e marcou o 0-2, cabendo a conclusão a Seferovic. Porém, na revisão da jogada, o videoárbitro Carlos Xistra e o árbitro Fábio Veríssimo descortinaram um (muito duvidoso) fora de jogo de Seferovic e anularam o golo.
Em tempo de compensação (e ainda antes de Vinícius e Taarabt renderem Seferovic e Pizzi), as águias fabricaram o desejado 0-2, com Rafa na condução da ofensiva pela esquerda, derivando depois para o meio a fim de assistir Pizzi, que controlou e disparou cruzado com o pé direito, na área (90'+2').
Na ronda n.º 3 o Benfica volta ao Estádio da Luz para jogar o primeiro clássico da temporada, com receção ao FC Porto às 19h00 do dia 24 de agosto (sábado).

BRUNO LAGE: “SÓ UM GRANDE BENFICA PODIA PARAR ESTE BELENENSES”

No rescaldo da vitória frente ao Belenenses (0-2), Bruno Lage mostrou-se “satisfeito” com a exibição da equipa e olhou já para o Benfica-FC Porto do próximo sábado, recusando a ideia de que é um clássico decisivo.
Primeira parte de “enorme qualidade” e golos naturais na segunda
“Vou tocar num assunto, e só vou falar sobre isto porque vencemos. Se não tivéssemos vencido poderia soar a desculpa, mas esta relva dificulta muito a qualidade dos jogadores. Neste caso, de ambas as equipas. O Belenenses SAD tem uma excelente equipa. É um facto que temos melhores jogadores, mas hoje só um grande Benfica podia parar este Belenenses. Foi isso que fizemos, com uma primeira parte de enorme qualidade. Com uma forte pressão, condicionámos ao máximo aquilo que poderia ser um sistema habitual e com bola fomos inteligentes a procurar o corredor e os espaços certos para criar as várias oportunidades de golo.
“Na segunda parte, fizemos novamente uma boa entrada e, com alguma naturalidade, chegámos ao golo. Esse momento fica marcado por algum equilíbrio do Belenenses SAD que, entretanto, foi mudando a disposição do seu meio-campo, até que tentou arriscar mais, pressionar-nos mais à frente. A entrada do Chiquinho foi fundamental para criarmos aquela oportunidade de golo e voltarmos a marcar. O jogo aí ficou fechado. Ficamos muito satisfeitos com esta vitória, justa, com uma boa exibição da nossa parte.”
Chiquinho, o “craque”
“O Chiquinho é um craque. Ele faz muitas posições, mas o mais importante são as movimentações que ele faz. Deixa-me muito satisfeito ter um jogador com a sua qualidade na nossa equipa. É um jogador muito importante.”
Parelha Pizzi e Rafa
“Não é olhar apenas para dois jogadores. Os movimentos deles favorecem movimentos de outros que, por sua vez, também são favorecidos por movimentos de outros. Foi um jogo muito interessante. Entradas de rotura, quer de um lado quer do outro. É verdade que ambos estão em dois momentos de forma, marcam os dois golos... Estamos satisfeitos essencialmente por aquilo que fizemos em termos coletivos.”
“Por vezes, devido àquilo que é a dinâmica e, fundamentalmente, a estratégia, quem analisa o jogo apenas por aquilo que é a posição dos jogadores, fica com a ideia que não jogamos com alas. Hoje foi um bom jogo para se perceber que, quando devem dar largura ou quando têm de jogar como alas, eles também o sabem fazer.”
A dupla Seferovic-Raul de Tomas
“É sempre injusto fazer análises individuais, mas acho que podem combinar e foi visível isso hoje. É muito difícil que as coisas saiam de forma automática, por isso da mesma forma em que, em termos coletivos, estamos no processo de evolução, os jogadores também ainda se estão a conhecer, principalmente aqueles que entraram. Depois é tentar tirar partido daquilo que é também a sua forma de jogar: o Raul jogava de outra maneira; temos o Chiquinho que faz outro tipo de movimentos que também nos favorecem muito… O mais importante é termos soluções para dar resposta a cada jogo.”
“Os homens mais importantes para estarmos a zero são o Seferovic e o Raul de Tomas. Vejam o que eles correm para não sofrermos golos.”
Os centrais Ferro e Rúben Dias
“O meu irmão [Luís Nascimento] era o treinador deles nos Iniciados, ou seja, já jogam juntos há imenso tempo e isso favorece. O que importa realçar é a qualidade dos dois, mas a qualidade que temos nos quatro centrais – eles os dois, mais o nosso sargento Jardel e o Conti – dá-nos totais garantias para esse sector.”
Clássico decisivo?
“Decisivo o Benfica-FC Porto à 3.ª jornada? Nada é decisivo. Isto é um longo caminho.”
Benfica ou FC Porto, quem está mais forte?
“É difícil fazer essa análise porque ainda temos de melhorar o nosso jogo. Neste momento todas as equipas estão à procura da sua melhor forma. Cada jogo é um momento. Ambas as equipas vão ter tempo para trabalhar, para continuar a evoluir, dentro do jogo e dentro de campo, e nesse momento é que temos de dar a devida resposta do nosso valor e da nossa evolução. O que importa agora é olhar para o que fizemos de bom, para o que temos de melhorar. Saímos de um jogo e começamos a preparar o outro. Perceber como é que o FC Porto joga, as suas dinâmicas e depois prepararmo-nos da melhor maneira para continuarmos neste caminho. Daqui a uma semana, o FC Porto vai colocar-nos problemas completamente diferentes daqueles que nos colocou o Belenenses SAD. A resposta é em cada momento.”
Chegar ao clássico sem golos sofridos
“O importante é sair do jogo e entrar no outro – independentemente de ser com o FC Porto ou não – com esta dinâmica de vitória, sentir que a equipa está a evoluir e não sofrer golos. Foi o que fizemos com o terminar de uma época e entrar na outra. Foi aproveitar a nossa qualidade, a forma como terminámos o Campeonato, para que aquelas cinco semanas de férias não se notassem. Esse tinha de ser o nosso desafio. Independentemente de termos conquistado o Campeonato, tínhamos de ter uma entrada muito forte na época. Era isso que nos interessava.”
Poupança de André Almeida?
“Não estamos a poupar ninguém. Está a treinar bem, temos mais uma semana para evoluir. Quer o onze quer os suplentes são sempre escolhidos em função do jogo. Vejam porque é que o Caio [Lucas] hoje foi para o banco... Vejam o nosso primeiro golo contra o Chivas [na ICC]. O Belenenses SAD também joga com uma linha defensiva de cinco. Vejam o jogo e a importância dele. Se hoje precisasse de mexer no jogo, tinha o Caio no banco. Na semana passada, numa linha de quatro, preferi ter o Jota. As coisas são pensadas assim e é assim que penso o futebol.”

Coisas e Loisas

  • Intervalo: Belenenses SAD 0-0 Benfica. Raúl de Tomás na 1.ª parte: 25 ações com a bola (9.º da equipa); 1 ocasião clara de golo; 3 remates (1 à baliza); 14 passes (85% eficácia); Ganhou 33% dos 9 duelos e 33% dos 3 aéreos; 2 faltas cometidas; 6 perdas de bola;
  • 60' Belenenses SAD 0-1 Benfica. Rafa Silva após cinco remates (3 à baliza e 2 bloqueados) coloca o Benfica em vantagem; é o jogador mais rematador da partida. 93% eficácia de passe; 70% duelos ganhos (7); 3 recuperações de bola; Fez o 5.º golo frente ao Belenenses SAD;
  • 70' Belenenses SAD 0-1 Benfica. Rafa Silva abriu o marcador nas quatro das últimas cinco vezes que marcou pelo Benfica (Belenenses, Sporting, Rio Ave e Portimonense);
  • 90'+3 Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi está no seu melhor arranque de sempre da carreira: 3 jogos; 5 golos; 3 assistências; 1,66 golos/jogo; 2 bis;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi lidera a lista na Liga NOS 19/20: Melhor marcadores (3 golos); Mais assistências (2 assistências);
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Pizzi no jogo: 1 golo; 1 remate (100% eficácia); 5 passes de rutura [1.º no jogo]; 1 assistência; 6 cruzamentos (50% eficácia); 6 recuperações de bola; 1 tackle; 1 intercepção de bola;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Benfica não sofreu golos nos três primeiros jogos da época 2019/20, o melhor registo dos últimos cinco anos. Foi a 2.ª vez em 29 anos que este registo aconteceu na formação encarnada;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Foi a 10.ª vez na história das águias que o Benfica chegou aos três primeiros jogos da época sem golos sofridos: 1913/14; 1915/16; 1932/33; 1974/75; 1975/76; 1980/81 [4J - recorde do clube]; 1990/91; 2014/15; 2019/20;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Maiores diferenças de golos do Benfica nos três primeiros jogos da época: 1913/14 - 16 golos de diferença (16-0); 2019/20 - 12 golos de diferença (12-0); 1974/75 - 12 golos de diferença (12-0);
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Duas épocas depois o Benfica vence os três primeiros jogos da época. Foi apenas a 2.ª vez em 17 anos que as águias venceram os três primeiros jogos da época. Últimos 5 registos do clube: 2019/20; 2017/18; 2002/03; 1990/91; 1983/84;
  • Apito final: Belenenses SAD 0-2 Benfica. Bruno Lage venceu todas as equipas que defrontou na Liga Portuguesa (95% de vitórias). Falta defrontar o Gil Vicente e o Famalicão. 21 Jogos; 20 Vitórias; 1 Empate (Belenenses SAD); 79 Golos marcados; 16 Golos sofridos; +63 Dif.;

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o FC Porto na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 3.ª rodada da Primeira Liga 2019/20. Quais as perspetivas?

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2019.08.11 00:22 fidjudisomada Primeira Liga 2019/20, #1: SL Benfica 5-0 FC Paços de Ferreira

GOLEADA DE MÃO-CHEIA NO ARRANQUE DA DEFESA DO TÍTULO

O Estádio da Luz encheu – quase 63 mil espectadores! – em pleno mês de agosto para ver o primeiro passo do Campeão na defesa do título nacional. O Benfica repetiu o resultado da Supertaça (5-0), desta vez na receção ao Paços de Ferreira, na ronda inaugural da Liga NOS 2019/20, e já e líder.
Perante 62.956 mil espectadores e quase uma semana depois da conquista do primeiro troféu oficial da temporada, o Benfica apresentou-se em casa apenas com uma alteração em relação ao onze que alinhou de início no dérbi com o Sporting: saiu o lesionado Gabriel, entrou Samaris.
Frente a um Paços de Ferreira com a lição bem estudada no regresso ao escalão máximo do futebol português, a dupla Raul de Tomas e Seferovic pôs os pacenses em sentido logo nos primeiros minutos de jogo: cruzamento rasteiro do avançado espanhol na direita (2’) e depois na esquerda (6’), com o suíço a não chegar – por muito pouco – a tempo para a finalização.
Com uma boa organização defensiva e a fazer uma boa leitura do jogo, a formação de Filipe Rocha (Filó) ia conseguindo evitar que o Benfica encontrasse, com facilidade, situações de finalização. O início equilibrado desfez-se assim que Nuno Tavares assumiu o protagonismo…
Golaço! Remate fortíssimo e em arco do lateral-direito, sem hipótese para Ricardo Ribeiro. Pizzi deu para Nuno Tavares que rematou de fora de área para uma estreia de sonho!
Cinco minutos depois e atingida a meia hora de jogo, o ritmo aumentou, o Benfica assumiu o controlo do jogo e, depois de mão na bola de Bruno Santos, Manuel Oliveira assinalou grande penalidade a favor das águias.
Chamado a converter o penálti, Pizzi aumentou a vantagem. Bola para um lado, Ricardo Ribeiro para o outro e estava feito o segundo golo da noite.
O Paços de Ferreira despertou, reagiu e, aos 37’ – depois de uma primeira ameaça com um golo invalidado a Douglas Tanque por fora de jogo – voltou a ficar perto do primeiro: Bernardo Martins e Douglas apareceram em boa posição, mas a bola acabou fácil nas mãos de Odysseas.
A equipa orientada por Bruno Lage saía em – justa – vantagem para o balneário depois de 46 minutos (1 de compensação) por cima de jogo. Segundo as estatísticas, mais posse de bola, mais ataques, mais remates e, claro… mais golos.
Sem mexidas nos onzes, a segunda parte trouxe chuva e mais uma ameaça dos encarnados que entraram mais pressionantes, mais dinâmicos e a impedir as saídas do Paços de Ferreira que, aos 65’ se viu reduzido a 10 elementos depois do segundo amarelo mostrado a Bernardo Martins.
E se as contas já estavam difíceis para os forasteiros, a situação piorou a partir dos 70 minutos.
Bom cruzamento de Nuno Tavares na direita, assistência do recém-entrado em jogo Chiquinho e Seferovic só teve de encostar para o terceiro da noite.
Numa altura em que o Benfica tinha em jogo cinco "produtos" Made in Caixa Futebol Campus – Nuno Tavares, Rúben Dias, Ferro, Florentino e Jota – a Luz voltou a ouvir-se.
Seis minutos depois de entrar (84'), o brasileiro Vinícius respondeu da melhor forma a um cruzamento de Nuno Tavares – mais uma vez a ter responsabilidade no golo! – e encostou para o quarto. Mais uma estreia oficial… e a marcar.
Mais uma chapa cinco aplicada pelo Benfica em 2019/20, desta vez no arranque da Liga NOS. No primeiro tempo, um golaço de Nuno Tavares e uma grande penalidade cobrada por Pizzi deram vantagem aos encarnados; na segunda parte, Seferovic, novamente Pizzi e Vinícius contribuíram para a goleada. A equipa de Bruno Lage já está na liderança do Campeonato.
Garantidos os primeiros três pontos no Campeonato Nacional, segue-se uma deslocação ao Estádio do Jamor para defrontar o Belenenses na 2.ª jornada da competição. O desafio está agendado para as 19h00 do próximo sábado, 17 de agosto.
Recorde-se o onze inicial do Benfica: Odysseas; Nuno Tavares, Rúben Dias, Ferro e Grimaldo; Florentino, Samaris (78’ Vinícius), Pizzi e Rafa (78’ Jota); Raul de Tomas (66’ Chiquinho) e Seferovic.
Suplentes não utilizados: Zlobin, Jardel, João Ferreira, Taarabt.

BRUNO LAGE: "FOI UMA EXIBIÇÃO BEM CONSEGUIDA"

Bruno Lage, treinador da equipa principal das águias, ficou satisfeito com o resultado alcançado, mas salientou que ainda há muitas coisas a melhorar. O Benfica venceu por 5-0 a equipa do Paços de Ferreira, em jogo relativo à 1.ª jornada da Liga NOS.
Análise ao jogo
"Uma vitória justa perante um adversário que complicou imenso, principalmente até aparecer o nosso primeiro golo. Tinha a lição bem estudada, bloqueou-nos um pouco, tentaram também bloquear o nosso jogo interior e, depois, quando surge aquele golo fantástico do Nuno conseguimos desbloquear o jogo. A partir daí tivemos outro critério da bola a entrar dentro, entrar fora, tentar procurar profundidade e ter outro tipo de soluções, mas o primeiro golo acaba por deitar por terra aquilo que era a estratégia e solidez do Paços. Aparece o segundo golo e penso que a partir daí o jogo fica inteiramente do nosso lado. Foi uma exibição bem conseguida, com um resultado muito agradável, mas ainda temos um longo trabalho pela frente e desafiante de voltar a trazer a imagem que nós tivemos o ano passado. Eu não olho apenas para o resultado. Eu olho para o que fazemos em campo, hoje estou apenas satisfeito, acho que podíamos ter jogado melhor, é um resultado muito bom, estamos todos satisfeitos com o início de época que estamos a fazer. A vencer não meto a cabeça debaixo da areia, a ganhar não ando em bicos de pés, a minha motivação e o meu foco é sempre naquilo que nós vamos fazendo no dia a dia."
A escolha para o meio-campo
"Samaris por uma simples razão, o público não viu os três jogos à porta fechada e é por isso que joga hoje o Samaris. Com o jogo de hoje fazemos 11 jogos, ou seja, já todos os jogadores têm vários minutos e eu tive de dar oportunidade aos novos de poderem competir com equipas de outro nível para poder conhecê-los a esse nível, fazer as minhas experiências e também ter um conhecimento melhor sobre aquilo que cada jogador pode dar em cada posição e se algum destes novos jogadores pode desempenhar mais que uma posição. Não tendo Gabriel, que é um jogador que é importante e determinante na nossa forma de jogar, teria de voltar a colocar, neste jogo, Florentino e Samaris que foi a dupla que terminou a época passada, tão simples quanto isso. A simplicidade de eu tomar esta decisão é olhar um pouco para aquilo que é a minha forma de liderar. Respeito os mais velhos, não coloco os mais novos a grande distância dos mais velhos, dou oportunidades a toda a gente independentemente de serem mais velhos ou mais novos. Têm de ter rendimento e depois é ter memória de quem trabalha, de quem luta, de quem se dedica e de quem treina bem."
A exibição de Nuno Tavares
"Isto é o futebol, o azar de uns é a oportunidade de outros e o Nuno é um miúdo muito calmo, muito tranquilo, foi posto à prova e está a jogar nos confrontos que tem tido com grandes jogadores e tem-se dado bem. Curiosamente, no primeiro golo ninguém estava à espera que ele aparecesse ali, nem eu estava, eu estava a pedir-lhe algo completamente diferente e ele aparece ali, chuta à baliza e faz golo. O facto de ser pouco usual, um defesa-direito com pé esquerdo e procurar o jogo interior, faz acontecer estas coisas. Teve também grande mérito em fazer o passe para o Chiquinho e a assistência para o Vinicius, por isso é dia a dia, treino a treino, jogo a jogo, está a trabalhar de forma exemplar e para além de ter nele um lateral-esquerdo, tenho também um lateral-direito."
As estreias de Nuno Tavares, Chiquinho e Vinicius
"É um momento muito importante para eles que com certeza traz outro tipo de moral e confiança, mas é um desafio colocar esta gente nova, integrá-los o mais rapidamente possível naquilo que é a dinâmica da equipa e que a equipa volte a ter o jogo e a qualidade de jogo que tinha o ano passado."
A evolução do plantel
"O nosso trabalho é perceber como podemos evoluir, e a nossa evolução em termos de plantel é sermos competitivos. Eu gosto de perder muito tempo com os jogadores, gosto de os ver treinar, gosto de os ver jogar e, por exemplo, o Raul [De Tomas] não foi contratado do nada. Só eu vi oito jogos completos do Raul, para conhecer, para perceber como o ia ligar com os outros jogadores e o mais importante é querermos ser competitivos, vamos olhar primeiro para a equipa B e não havendo na equipa B, temos de atacar no mercado."
As opções para o lado direito
"Nós temos André Almeida, Ebuehi, João [Ferreira] e Tomás [Tavares, por isso, daqui, um destes quatro irá jogar."
O Benfica é a equipa que melhor pratica futebol? "Eu respondo da seguinte maneira: ainda não somos a equipa que jogou o futebol da época passada e é isso que me interessa."

Coisas e Loisas

  • Raul de Tomás faz o primeiro jogo pelo Benfica na 1ª Liga. Já tinha feito a 1ª partida oficial na Supertaça, diante do Sporting;
  • Nuno Tavares marca no 1º jogo pelo Benfica na 1ª Liga. O defesa só tinha um tento marcado em todos os anos de formação do Benfica - Benfica x V. Setúbal (Sub-19);
  • Pizzi marca pela 3ª vez em 2018/2019. Já tinha bisado na Supertaça, diante do Sporting;
  • Portugueses que marcaram na estreia pelo Benfica na 1ª Liga (SÉC XXI): Nuno Assis; Luisinho; André Gomes; Nélson Semedo; André Horta; Ferro; NUNO TAVARES;
  • Pizzi a marcar de penálti pelo Benfica na Liga: Sporting x Benfica - 18/19; Benfica x Nacional - 18/19; Feirense x Benfica - 18/19; SC Braga x Benfica - 18/19; SC Braga x Benfica - 18/19; BENFICA X PAÇOS - 19/20;
  • Chiquinho faz a estreia pelo Benfica na 1ª Liga: Na época passada, fez 34 jogos com o Moreirense;
  • Haris Seferovic marca pela 1ª vez na Liga 2019/2020. Foi o 3º jogo seguido a marcar no Estádio da Luz - Benfica x Portimonense e Benfica x Santa Clara (2018/2019);
  • Pizzi bisa no encontro e chega ao 4º golo em 2019/2020. É o 2º encontro consecutivo a marcar 2 golos, depois da Supertaça;
  • Carlos Vinícius faz a estreia pelo Benfica na Liga. Em 2018/2019 fez 14 jogos e 8 golos ao serviço do Rio Ave;
  • Carlos Vinícius faz golo no 1º jogo ao serviço do Benfica. Não marcava na Liga desde o dia 2 de janeiro - Rio Ave x Moreirense;
  • Benfica abre o campeonato com uma goleada (5x0). Foi a 6ª época consecutiva em que os encarnados começaram a Liga a vencer;
  • Últimas entradas do Benfica no campeonato: Benfica 2x0 Paços Ferreira - 2014/2015; Benfica 4x0 Estoril - 2015/2016; Tondela 0x2 Benfica - 2016/2017; Benfica 3x1 SC Braga - 2017/2018; Benfica 3x2 V. Guimarães - 2018/2019; BENFICA 5x0 PAÇOS - 2019/2020.
  • Ao marcar em dose dupla, Pizzi chegou ao golo 50 pelo Sport Lisboa e Benfica: 2014/2015 - 4; 2015/2016 - 8; 2016/2017 - 13; 2017/2018 - 6; 2018/2019 - 15; 2019/2020 - 4;
  • Médios com mais golos pelo Benfica: Rogério Pipi - 204; Mário Coluna - 126; Diamantino - 85; Santana - 79; António Simões - 72; Carlos Manuel - 58; Corona - 57; PIZZI - 50;
  • Avançados que marcaram pelo Benfica na estreia em jogos da Liga (SÉC XXI): Tomo Sokota; Edgaras Jankauskas; Azar Karadas; Weldon; Franco Jara; Lima; Jonas; Kostas Mitroglou; Haris Seferovic; CARLOS VINÍCIUS;
  • Bruno Lage na 1ª Liga: 20 jogos; 19 vitórias; 1 empate; 0 derrotas; 77 golos marcados; 16 golos sofridos;
  • Bruno Lage na Liga: 2x4; 0x2; 0x1; 5x1; 2x4; 10x0; 0x3; 4x0; 1x2; 2x2; 0x4; 1x0; 1x4; 4x2; 6x0; 1x4; 5x1; 2x3; 4x1; 5x0;
  • Bruno Lage a marcar 3 ou mais golos: 4x2 - RAFC; 5x1 - BFC; 2x4 - SCP; 10x0 - CDN; 0x3 - CDA; 4x0 - GDC; 3x0 - GNK; 0x4 - MFC; 1x4 - CDF; 4x2 - EFF; 4x2 - VFC; 6x0 - CSM; 1x4 - SCB; 5x1 - PSC; 4x1 - CDSC; 5x0 - SCP; 5x0 - FCPF;
  • Com Bruno Lage no comando, em jogos de 1ª Liga, o Benfica já fez o gosto ao pé em 77 ocasiões. Com o técnico campeão nacional os encarnados contam com uma média de 3,85 golos por jogo;
  • Benfica 2019/2020: 2 jogos; 2 vitórias; 1 título; 10 golos marcados; 0 golos sofridos.

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos Os Belenenses, SAS na próxima partida, no Estádio Nacional do Jamor, em jogo a contar para a 2.ª rodada da Primeira Liga 2019/20. Quais as perspetivas?

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2019.05.12 22:58 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #33: Rio Ave FC 2-3 SL Benfica

SÓ MAIS UMA PARA O 37!

O Benfica confirmou em Vila do Conde o estatuto de melhor equipa visitante na Liga NOS (média de 2,53 pontos por jogo), batendo o Rio Ave por 2-3 na 33.ª e penúltima jornada da prova. Líderes com 84 pontos e 99 golos marcados, os encarnados têm a conquista do seu 37.º título nacional à distância de um ponto. Falta uma final, no Estádio da Luz, frente ao Santa Clara!
Com uma eficácia absoluta, o Benfica lançou-se na dianteira do marcador aos 3'. André Almeida recebeu a bola no corredor direito, cruzou para a zona do segundo poste, onde estava Seferovic; Junió Rocha intercetou, mas fê-lo para o espaço onde estava Rafa, que, perto do poste à direita, tocou sem dificuldades para o interior da baliza vila-condense (0-1). Foi o 16.º golo do camisola 27 das águias na Liga NOS 2018/19.
A equipa benfiquista entrou na partida a fundo, mas o Rio Ave quis dar troco, procurou reagir à desvantagem e ameaçou num remate de Tarantini (sobre a barra) ao minuto 20. Volvidos três minutos, Nuno Santos, na cobrança de um livre direto, deu trabalho a Odysseas, que voou e defendeu para canto. No desenvolvimento do lance de bola parada, Tarantini, em posição irregular, cabeceou para as redes e o golo foi justa e prontamente invalidado.
Melhorando a cobertura na zona central, não permitindo espaços aos vila-condenses para elaboração de combinações e ataques, o Benfica tornou-se mais efetivo no controlo do jogo, com e sem bola. Pizzi, aos 29', chutou com perigo, de pé esquerdo, mas Léo Jardim susteve o esférico.
Antes do intervalo, Seferovic e depois João Félix dispuseram de uma chance de golo iniciada por Rafa, mas a equipa de arbitragem acabou por anular o lance, assinalando fora de jogo ao veloz 27 dos encarnados. No entanto, o 0-2 seria mesmo uma realidade antes do tempo de descanso...
Num contra-ataque pelo corredor central, João Félix assumiu a condução, depois soltou para Seferovic, que tentou servir Pizzi nas costas da defensiva. Léo Jardim saiu da baliza, mergulhou, parecia estar senhor dos acontecimentos, mas não conseguiu congelar a bola nas luvas; João Félix estava por perto e chutou para as redes aos 45'+2'.
No arranque da segunda parte, o Rio Ave voltou a tentar surpreender o Benfica e até conseguiu marcar. Uma tentativa de remate de Nuno Santos no corredor central acabou numa assistência para Tarantini, que, no duelo com Odysseas, levou a melhor: 1-2 aos 50'.
Seguros do que pretendiam, os encarnados tornaram a carregar sobre a baliza de Léo Jardim para ampliar a diferença e, aos 56', depois de uma subida de Grimaldo e posterior insistência no flanco esquerdo, o lateral, já perto da linha de fundo, passou para trás, para a zona central, onde Pizzi enquadrou o remate de pé direito e fez a bola entrar junto ao poste direito (1-3). O camisola 21 apontava o seu 13.º golo na Liga NOS 2018/19, enquanto o defesa espanhol assinava a sua 11.ª assistência na prova.
Nova ofensiva de Grimaldo pelo corredor esquerdo poderia ter terminado com a bola no interior a baliza do Rio Ave, não fosse a defesa por instinto de Léo Jardim, opondo-se a um remate de André Almeida com o pé esquerdo no coração da grande área aos 61'. Na resposta, Gelson Dala cabeceou no espaço central e Odysseas sacudiu para canto (62').
O 1-4 esteve para acontecer aos 74': numa jogada bem ligada por Pizzi e Rafa, a bola ficou à mercê de Seferovic à entrada da pequena área, o internacional suíço atirou de pé direito, mas o esférico ainda raspou na bota esquerda de Junió Rocha, que se esticou e, no limite, impediu o golo, cedendo canto à direita.
O Rio Ave não se entregou em face da desvantagem e, aos 84', Galeno, sobre a esquerda, arrancou um cruzamento para Ronan cabecear e rubricar o 2-3, numa altura em que Bruno Lage já tinha refrescado a linha média (Gedson rendeu Pizzi aos 81').
O Benfica tinha o triunfo nas mãos e não o largou, gerindo os minutos finais também com os contributos de Cervi (substituiu Rafa aos 90') e Jonas (no lugar de Seferovic aos 90'+3').

BRUNO LAGE: “OPORTUNIDADE DE FAZER COISAS BONITAS PARA O CLUBE E PARA OS SÓCIOS”

Vitória em "jogo de doidos" e muito difícil
“Vencemos perante uma grande equipa, recheada de grandes valores individuais e um grande treinador, que tem feito um trajeto fantástico e que está a fazer uma ponta final muito boa. Jogo de doidos, com muitos golos, muito difícil, tínhamos de ser muito pressionantes. Tivemos os nossos momentos, o Rio Ave teve os seus momentos. A forma como nos temos dedicado ao jogo e o que temos feito nestes quatro meses, fica-nos bem chegar a esta altura com mais uma final para disputar.”
“O mais importante não era o meu aniversário [43 anos], era sair daqui na mesma posição e a dependermos só de nós. Fizemos o jogo que tínhamos de fazer e marcámos os nossos golos. Este era o objetivo. Não é a primeira vez que jogo no meu aniversário, nunca perdi e acreditava que íamos ganhar, tal como tinha a convicção de que o FC Porto ia fazer o seu trabalho, é uma excelente equipa que está determinada, como nós, em chegar ao 1.º lugar. Estivemos sempre tranquilos e entrámos muito fortes no jogo.”
Entrada do Gedson
“O Daniel Ramos mudou o seu meio-campo, começou a construir com dois médios. A nossa forma de pressionar estava diferente, estávamos a vencer 1-3 e mudámos nós para 4x3x3. Colocámos o João Félix entre o Semedo e o Fábio Coentrão, pois o Coentrão estava a receber a bola mais baixo. Tentámos inverter isso, com uma forte pressão com dois médios, tendo o Florentino por trás de Samaris e Gedson. Foi isto que pretendemos fazer.”
Título já não foge?
“Longe disso. Há quatro meses nunca imaginei estar a festejar o meu aniversário com esta família. Agora é desfrutar, ter um dia de folga e depois regressar focados em fazer mais um jogo, mais uma final, vencer e terminar na posição em que estamos.”
“A ansiedade tem sido o normal. Ansiedade ou pressão não deve existir, há é a oportunidade de fazer coisas bonitas para este Clube e para estes Sócios que nos têm acompanhado. Eles são jogadores com saúde, que fazem o que gostam.”
“Olhar para o FC Porto nunca foi a nossa forma de estar. Depois de vencermos no Dragão jogámos sempre depois, com o FC Porto na frente de forma provisória, mas olhávamos era para nós e é o que vamos fazer com o Santa Clara, que tem feito um campeonato fantástico, o melhor de sempre do clube, com manutenção acima dos 40 pontos. Mais uma equipa muito difícil e temos de fazer o nosso melhor para nos mantermos neste lugar.”
Os 99 golos na Liga NOS
“É a consequência do trabalho… sobre a 2.ª questão [dúvidas no segundo golo do Benfica]: nunca comentei arbitragem e não é hoje que o vou fazer. Voltando à outra questão: é fruto do treino, do trabalho. Isto é jogo a jogo, conquistámos os nossos pontos, fizemos os nossos jogos e as coisas aconteceram com naturalidade.”
A importância de entrar forte e a marcar
“O momento do jogo é a forma como entrámos. Tinha algumas dúvidas sobre a forma como a equipa se iria comportar, porque tivemos duas entradas não tão boas e já diziam que éramos uma equipa sem estaleca. Mas durante vários jogos consecutivos entrámos bem. Sabíamos que marcando de início as coisas corriam-nos de feição, mas o jogo ia ser para durar, porque foi assim com o FC Porto e Moreirense. Foi assim connosco e tínhamos de estar fortes.”

Coisas e Loisas

  • Top 5 % passe no último terço do terreno na Liga NOS 2018/19: 69% Benfica; 68% FC Porto; 67% V. Guimarães; 66% Sporting; 63% Rio Ave;
  • Rio Ave terminou o encontro com 84% de eficácia de passe, % ligeiramente superior ao adversário [82]. Os rioavistas levaram a melhor 55% dos 97 duelos e fez menos faltas que as águias [10]. Benfica teve uma eficácia de 50% dos remates à baliza;
  • 6 jogos consecutivos a marcar 3+ golos num jogo da Liga 18/19: foi batido o recorde do clube [5] e já com Bruno Lage no comando. Séries de jogos com 3+ golos: Feirense, V. Setúbal, Marítimo, Braga, Portimonense e Rio Ave; Boavista, Sporting, Nacional, Aves e Chaves;
  • Bruno Lage é o treinador do Benfica com maior % de vitórias na Liga Portuguesa; juntando todas as competições, o técnico português [79%] segue o melhor registo do clube de 80% Lajos Czeizler;
  • Bruno Lage completa 18 jogos sem perder (17V, 1E) na Liga Portuguesa. O treinador encarnado pode igualar, frente ao Santa Clara, o máximo de vitórias consecutivas no campeonato [9];
  • Benfica está a um ponto de conquistar o 37.º título de Campeão Nacional. Neste Século as águias venceram 3 das últimas 5 vezes que um campeonato foi decidido na última jornada [2004/05. 2009/10, 2015/16];
  • Pizzi termina o encontro com: 1 golo; 4 remates (3 à baliza); mais passes da equipa [53]; mais passes da equipa no meio campo adversário [33]; Cruzamentos (1/4); mais ações com bola da equipa [74]; 3 recuperações de bola;
  • Pizzi chega aos 15 golos nesta época, a melhor temporada de sempre do médio. Foi o 13.º golo na Liga NOS 18/19, é o segundo jogador com mais influência em golos no campeonato [32=13G+19A];
  • João Félix chega aos 19 golos nesta temporada, é o 3.º melhor marcador da equipa [Rafa, 20 e Seferovic 25]; João Félix fez golo no primeiro remate do encontro; não marcava fora de casa desde 17 Março [vs Moreirense];
  • Dos 7 golos do Benfica marcados nos primeiros 3 minutos em 2018/19, Rafa Silva fez 3; o mais rápido foi contra o V. Setúbal aos 2'; O golo mais rápido da época pertence a Alex Grimaldo frente ao Nacional [10-0] logo no primeiro minuto;
  • Rafa Silva chegou aos 20 golos nesta temporada; foi o 25.º golo pelos encarnados, está a um de igualar o melhor registo numa equipa [26] SC Braga. Top golos por equipas: 26 Braga; 25 Benfica; 11 Feirense

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CD Santa Clara na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 34.ª e última rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas para o jogo do título?

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2019.04.18 22:56 fidjudisomada UEFA Europa League 18/9, 2.ª Mão dos Quartos-de-final: Eintracht Frankfurt 2-0 (4’-4) SL Benfica

ERRO DE ARBITRAGEM E POSTE TIRAM BENFICA DA LIGA EUROPA

Uma inaceitável avaliação da equipa de arbitragem, deixando passar em claro um lance de evidente fora de jogo, desequilibrou a partida e permitiu que o Eintracht Frankfurt fizesse o 1-0 perto do intervalo. A equipa alemã, mais eficaz no ataque (fez o 2-0 aos 67'), foi protegida pela sorte no lance em que o poste direito impediu que a bola rematada por Salvio qualificasse o Benfica para as meias-finais da Liga Europa (85').
Numa primeira parte que mostrou uma equipa benfiquista mais controladora do que ativa nas manobras ofensivas, foi da referida péssima decisão de um dos árbitros assistentes que resultou o lance que objetivamente diferenciou a prestação das equipas neste período da 2.ª mão dos quartos de final da segunda competição da UEFA.
Kostic, aos 36', sobre a esquerda da área, estava em posição de fora de jogo quando arrancou para atacar a bola devolvida pelo poste esquerdo (após remate exterior de Gacinovic), chutando então para as malhas.
O lance foi ilegal, o camisola 10 estava adiantado em relação ao penúltimo defensor das águias, mas o assistente não foi capaz de descortinar a infração. E como na Liga Europa ainda não há videoárbitro, o chefe da equipa de arbitragem, Daniele Orsato, validou a jogada e golo (1-0). Na sequência dos justificados protestos no banco do Benfica, o juiz italiano entendeu dar ordem de expulsão ao treinador Bruno Lage.
No arranque do segundo tempo, o Benfica mostrou-se muito perigoso na zona ofensiva. João Félix passou por uma série de adversários no corredor esquerdo, entrou na área e cruzou para a entrada da pequena área, onde um defensor da casa esticou a perna e quase fez autogolo!
Aos 52', o Benfica voltou a construir uma excelente ocasião para igualar o resultado: Samaris, com um toque de classe perto da linha limite da área do Eintracht Frankfurt, picou a bola sobre a linha defensiva e, desmarcado e livre de marcação, Seferovic cabeceou para defesa do guarda-redes Trapp.
Se as águias não aproveitaram as chances para empatar, o Eintracht Frankfurt foi certeiro assim que teve uma aberta: aos 67', após insistência de Rebic no corredor central, a bola sobrou a saltitar para o remate de Rode já no interior da área, entrando na baliza junto ao poste direito (2-0).
Com 4-4 no agregado (em face do 4-2 na Luz), a equipa germânica desempatava pelo critério dos golos marcados fora de casa. As águias precisavam de um tiro no alvo para seguir em frente...
Samaris (70'), Rafa (76') e André Almeida (79') foram rendidos por Pizzi, Salvio e Jonas. O Benfica carregou na parte final do desafio, empurrou o Eintracht Frankfurt para junto da sua área, forçou e esteve quase, quase, quase a garantir o golo que certamente certificaria o apuramento: aos 85', Grimaldo avançou pela esquerda e cruzou largo; Salvio apareceu na direita da área a disparar com força, acertando em cheio no poste mais próximo!!! As águias não apontaram o golo que mereciam, os jogadores e os adeptos do Eintracht respiraram fundo, aliviados.
Os comandados de Bruno Lage concentram agora as energias em absoluto na luta pela conquista do título nacional. Faltam cinco finais e a primeira é já na segunda-feira, às 20h15, no Estádio da Luz, com receção ao Marítimo na 30.ª jornada da Liga NOS.

BRUNO LAGE: "É O MOMENTO DE ESTARMOS JUNTOS PARA AS CINCO FINAIS QUE FALTAM

O treinador do Benfica analisou o desfecho da 2.ª mão dos quartos de final da Liga Europa. A derrota por 2-0 no reduto do Eintracht Frankfurt produziu um agregado (4-4) que afasta as águias da prova. Bruno Lage pediu apoio total para as cinco finais que faltam na perseguição do grande objetivo: a conquista do título nacional.
Golo "oferecido" pelo árbitro e a pressão que faltou
"O árbitro agora, eventualmente, vai olhar para a situação [primeiro golo do Eintracht Frankfurt obtido em fora de jogo] e vai perceber que cometeu um erro, mas não é sobre esse erro que recai o jogo. É verdade que condiciona um pouco porque ofereceu um golo ao adversário, mas temos de olhar um pouco para o nosso jogo e eventualmente perceber onde é que não fomos tão fortes como na 1.ª mão. É uma reflexão que temos de fazer: não fomos tão pressionantes como costumamos ser, devíamos ter sido e estávamos preparados, mas penso que foi sempre um jogo muito equilibrado e também criámos as nossas oportunidades para marcar o nosso golo."
"Merecíamos um golo"
"Criámos as oportunidades que criámos, e mesmo neste jogo a nossa entrada na segunda parte é muito forte. Merecíamos ter feito um golo. Criámos as oportunidades suficientes para marcar os nossos golos e seguir em frente, mas infelizmente não o conseguimos fazer. É mais uma eliminatória que termina empatada e com a penalização de termos sofrido os golos em casa que ditam o nosso afastamento."
Expulsão? Habituados ao videoárbitro...
"Na Liga Europa temos um pequeno monitor junto ao banco e, quando foi o golo, olhei para o monitor e reparei facilmente que o jogador está em posição irregular no momento da recarga. Em dois ou três passos de corrida desloquei-me ao quarto árbitro a dizer-lhe apenas que o jogador estava fora de jogo e fiz o sinal de videoárbitro. Talvez uma falha minha porque estamos tão habituados agora ao videoárbitro que fiz apenas isso e o árbitro entendeu expulsar-me. Não sei se eles têm regras, normas, ou instruções para expulsar, mas foi apenas isso. Às vezes vemos tantos e tantos treinadores a fazerem tanta coisa que realmente fiquei espantado, e pela reação do quarto árbitro, até ele ficou espantado pela minha expulsão. Depois de ter feito 354 jogos ao serviço do Benfica, nos vários escalões, e ser expulso desta maneira pela primeira vez, é normal que fique desgostoso."
Foco total nas cinco finais que faltam
"Este é um mês importante da nossa vida desportiva. Foi isso que eu disse agora aos jogadores. Primeiro, não vamos justificar nada com o árbitro, inclusive eu, que fui um dos prejudicados com a situação porque não pude estar no campo a acompanhar a minha equipa. Segundo, agora não é o momento para apontar o dedo a alguém; agora é o momento de estarmos unidos e o apelo que eu faço desde já aos nossos Sócios e aos nossos adeptos que nos acompanharam aqui, que ficaram em casa e os que estão espalhados pelo mundo, é que temos um mês muito importante. Agora é o momento de aparecerem os verdadeiros, de estarmos unidos, de estarmos juntos para estas cinco finais que faltam, que são muito importantes num Campeonato em que fizemos uma recuperação fantástica e é fundamental estarmos unidos. Acredito piamente que temos equipa e temos jogadores que querem dar uma enorme alegria!"
"Sou magrinho, mas sou rijo"
"A pressão que eu coloco em mim, desde há 20 anos, é enorme, por isso tudo o que surge à volta não tem hipótese. Eu coloquei uma enorme pressão naquilo que é o meu trabalho, a minha carreira e dedico-me de tal forma a ela que tudo o que passa ao lado não tem hipótese de entrar cá dentro. Sou magrinho, mas sou rijo e aguento com tudo."

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Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CS Marítimo na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 30.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2019.04.06 18:50 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #28: CD Feirense vs. SL Benfica

BRUNO LAGE: "JOGAR BEM, BONITO, RÁPIDO, MARCAR E VENCER"

O Benfica desloca-se a Santa Maria da Feira motivado e determinado a "jogar bem" e "vencer" o Feirense, como salientou o treinador, Bruno Lage, em conferência de Imprensa no Caixa Futebol Campus, onde lançou o desafio da 28.ª jornada da Liga NOS.
Está aí a primeira das últimas sete finais na corrida ao título de campeão nacional: domingo, às 17h30...
O que se pode esperar do Benfica nesta final em Santa Maria da Feira e também do Feirense, que está na última posição da Liga NOS e precisa de pontos para fugir à despromoção?
Pode-se esperar uma equipa determinada. À semelhança do que tenho dito, até porque já vivi essa situação no passado, acredito que a equipa do Feirense e o seu treinador, enquanto tiverem esperança, vão dar tudo em campo para vencer os jogos e conquistar os pontos que lhes faltam para garantir a manutenção. Nós temos de fazer o nosso trabalho, porque estamos numa sequência de finais e temos de estar no nosso melhor, com uma boa dinâmica, de acordo com a nossa ideia de jogar bem, bonito, rápido, com alegria, criar inúmeras oportunidades, marcar golos e ganhar os três pontos.
Rafa e Gabriel são ausências confirmadas para este jogo. Em que é que este facto pode condicionar a estratégia do Benfica?
Em nada. Neste período de três meses, várias alterações foram concretizadas, por lesão, por castigo, por opção, e no passado a dinâmica não se alterou, e estamos convencidos de que não se vai alterar. Cada jogador tem características diferentes e oferece coisas diferentes ao coletivo, mas a dinâmica tem estado presente e sentimos isso no dia a dia.
Estamos na reta final do Campeonato. Sente que vai ser obrigado a ganhar todos os jogos para ser campeão nacional?
Não é "obrigado", mas "determinado". E convencido de que temos de vencer os sete jogos para continuar nesta posição. É o nosso foco, é com essa intenção que partimos para os jogos, para os vencer, independentemente da competição. Queríamos vencer o último, não conseguimos; queremos vencer o próximo, que é aquele em que pensamos. A nossa determinação é jogar bem e vencer os jogos.
O Benfica falhou o acesso às finais da Taça da Liga e da Taça de Portugal. Encontra alguma razão para isso ter acontecido? Tem medo que o mesmo volte a acontecer nesta reta final do Campeonato, que é decisiva para a conquista do título?
Não e não. Uma dupla resposta! O meu receio é sempre o mesmo: que a minha equipa não jogue bem. O resto passa-me completamente ao lado. A minha intenção é sempre esta: juntamente com os nossos jogadores, entrar em campo e jogar bem, proporcionar um bom jogo aos nossos adeptos e oferecer-lhes a vitória. A nossa motivação tem de ser essa: servir e dar alegrias aos nossos adeptos, com bom jogo e boa dinâmica.
Depois da pausa para compromissos das seleções na parte final de março, temos pela frente um mês de abril com calendário pesado. É fácil mudar o chip depois de um arranque em falso, que acabou por ditar o afastamento de um dos objetivos do Benfica?
Não tem a ver com a pausa. A forma desportiva de uma equipa e a sua dinâmica coletiva não se perdem numa semana. É um facto e poderíamos estar aqui horas a falar sobre isso. São situações que acontecem. Já explicámos o que aconteceu no jogo com o Tondela: tivemos um início fulgurante em que podíamos ter feito um resultado no primeiro quarto de hora que nos permitiria partir para uma exibição eventualmente mais tranquila. E também já falámos sobre o último jogo. Importante é a equipa ter noção do que tem de fazer em cada momento, no jogo e de jogo para jogo. Não foi só aqui, vários treinadores se lamentaram: quando há jogos das seleções, acontece sempre um desligar, mas que é natural. Vou contar um episódio, uma partilha de ideias entre o míster José Mourinho, quando estava no Manchester United, e a equipa técnica de Carlos Carvalhal... Em Inglaterra não têm por hábito fazer estágios nos jogos em casa, mas ele confessou-nos que, após cada paragem por compromissos das seleções, se o primeiro jogo fosse em casa, ele fazia estágio. Há sempre uma preocupação de focar. São questões transversais a todas as equipas. É importante estarmos conscientes do trabalho que temos vindo a fazer e seguir em frente, determinados. E é isto que eu sinto no dia a dia.
Após o jogo de ontem [sexta-feira] do FC Porto, confia que será uma reta final de Campeonato limpa e sem casos?
O que sinto é o já que respondi nesta conferência. Temos de fazer o nosso trabalho e é isso que me proponho fazer. Próximo jogo, entrar com a melhor equipa, escolher bem, perceber a melhor dinâmica que devemos implementar, entender muito bem o que é o adversário e fazer um jogo muito positivo, ofensivo, criar oportunidades de golo, marcar e garantir os três pontos. É nisto que estou concentrado.
Depois das eliminações na Taça de Portugal e na Taça da Liga, o que seria para si uma boa e uma má época?
Respondo ao contrário: garantidamente, no Benfica, pela grandeza do clube, vencer apenas a Taça de Portugal não salva a época.
Partilha da visão de que João Félix teve uma quebra de rendimento?
A justificação é a mesma dos grandes jogadores. Quando chega a um patamar em que faz o que fez em apenas dois, três meses, depois quando joga normal é uma quebra de forma... Já vos expliquei, as quebras de forma não aparecem assim! Há 15 dias, o João fez um jogo extraordinário com o Moreirense e marcou um bom golo; foi chamado à Seleção, teve uma pequena entorse e, pronto, perdeu a forma... Não vejo as coisas assim! Não se passa do 80 ao 8 ou do 8 ao 80 em dois, três dias ou numa semana. Tem de fazer o seu caminho. Ele tem consciência disso, porque o seu ambiente familiar é muito bom e tem pessoas de volta dele que o ajudam. Chegou a um patamar em que já não basta ser normal. Quando se é especial e faz o normal, já é só normal.
Tem sido noticiado o eventual regresso de Chiquinho ao Benfica. Como analisa este jogador? Pode ser uma mais-valia na próxima temporada?
Muito curto: bom jogador e podemos falar disso mais à frente, porque teremos várias oportunidades. O nosso foco e a nossa determinação estão nos jogadores que temos cá, estamos muito satisfeitos com o trabalho de toda a gente. Temos sentido isso e eles também sentem que todos contam e estão a fazer um trabalho fantástico.

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Odysseas e Svilar;
  • Defesas: André, Corchia, Grimaldo, Yuri, Rúben e Ferro;
  • Médios: Pizzi, Živković, Cervi, Samaris, Florentino, Gedson, Taarabt e Krovinović;
  • Avançados: Félix, Jonas e Seferović.

Boletim Clínico

  • Ebuehi: status pós-cirurgia a rotura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo;
  • Conti: traumatismo no pé direito;
  • Gabriel: entorse no joelho esquerdo, da qual resultou lesão do ligamento lateral interno; e
  • Salvio: lesão tendinosa do bicípete femoral à direita.

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  2. Qual é o teu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  3. Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  4. Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
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2019.02.14 20:52 fidjudisomada UEFA Liga Europa 2018/9, 1.ª Mão dos 16-avos-de-final: Galatasaray SK 1-2 SL Benfica

FORMAÇÃO EM PESO NUM SUCESSO HISTÓRICO

Com seis jogadores da Formação no onze, três dos quais em estreia nas provas da UEFA (Ferro, Yuri Ribeiro e Florentino, que acompanharam Rúben Dias, Gedson e João Félix), um Benfica histórico fez ainda mais história ao vencer pela primeira vez na Turquia: 1-2 em casa do Galatasaray, na 1.ª mão dos 16 avos de final da Liga Europa.
No primeiro duelo das competições europeias sob o comando do treinador Bruno Lage, o Benfica desenvolveu ataques perigosos logo no arranque da partida disputada em Istambul. Num lance de bola corrida, João Félix, aos 12', dispôs de alguma liberdade no corredor central, correu na direção da grande área do Galatasaray e chutou de pé direito para Muslera encaixar.
Os turcos deram sinal de vida perto da zona guardada por Odysseas aos 19', com Onyekuru a rematar ao lado (a bola ainda raspou num jogador do Benfica) depois do cruzamento de Linnes no lado direito.
À passagem do minuto 26, Cervi cruzou da esquerda e Marcão levou o braço à bola na área do Gala. Penálti! Salvio, da marca dos 11 metros, atirou para a esquerda e bateu Muslera, que adivinhou o lado, mas não travou a marcha da bola (0-1).
A equipa da casa procurou reagir, forçando principalmente ações que pudessem resultar em cruzamentos, na tentativa de explorar a potência de Diagne. Até porque a organização defensiva do Benfica não concedia grandes espaços para o adversário se aventurar por outros caminhos ou arriscar diferentes soluções. Os encarnados, por sua vez, com uma circulação de bola segura e fluida, facilmente ligavam jogadas rápidas e ameaçadoras.
O início da segunda parte trouxe duas más notícias às águias. Salvio, por razões físicas, teve de deixar o relvado, sendo rendido por Gabriel (48'). Rúben Dias assumiu então a braçadeira de capitão. E ao minuto 54, já depois de Severovic ter importunado o guardião Muslera, o Galatasaray empatou o desafio: Nagatomo descobriu uma forma de cruzar na esquerda e Luyindama foi mais forte pelo ar, cabeceando cruzado e sem hipóteses de defesa para Odysseas (1-1).
Pressionante e insistente, Seferovic apossou-se de bola já muito perto da área contrária aos 61' e, apoquentado por um defesa, ainda chutou com veneno para intervenção de Muslera.
Porém, aos 64', no reencontro com o guardião, o camisola 14 das águias não perdoou: correndo na direita para captar um passe longo de Rúben Dias, Seferovic impôs-se no corpo a corpo com Marcão, puxou a bola para o melhor pé e bateu fora do alcance do internacional uruguaio que defende a baliza do Gala (1-2). O internacional suíço apontou assim o seu 17.º golo na temporada, o segundo nas provas europeias.
Os derradeiros 25 minutos da partida foram agarrados de forma adulta pelo Benfica, que tapou caminhos para a sua baliza e esteve sempre desperto para lançar ofensivas, fazendo uma gestão de bola impecável já muito perto do final, numa altura em que Krovinovic (rendeu Cervi aos 81') e Samaris (substituiu Gedson aos 87') já operavam no meio-campo.
O jogo da 2.ª mão da eliminatória está aprazado para as 20h00 de 21 de fevereiro (quinta-feira) no Estádio da Luz.

BRUNO LAGE: "COMPROMISSO ENORME E UM GRANDE JOGO DE EQUIPA"

Na análise à primeira vitória do Benfica na Turquia nas competições da UEFA, o treinador Bruno Lage sublinhou o "compromisso" e o "grande jogo de equipa" frente ao Galatasaray (1-2), numa partida em que as águias entraram em campo com seis jogadores formados no Caixa Futebol Campus.
Jogo está a meio e continua no Inferno da Luz
"Estamos em vantagem. Fizemos aquilo em que acreditávamos. Entendemos que este era o melhor onze para jogar, definimos muito bem a estratégia e estamos todos satisfeitos pela vitória e por sentirmos que temos equipa, que podemos contar com todos. É uma vitória, vale três pontos para Portugal e neste momento estamos a meio do jogo."
"Sabíamos que íamos defrontar uma grande equipa, num estádio lindo, com o público a apoiar, o que seria claramente um ponto a favor do Galatasaray. Disse aos meus jogadores para não terem pressa, porque os primeiros minutos poderiam ser de emoção e eventualmente o jogo poderia estar um pouco dividido, mas com o tempo poderia vir para nós. Foi o que aconteceu. É importante realçar que defrontámos uma equipa muito forte, com grandes valores individuais e um enorme treinador. Mas repito: a eliminatória está a meio, ainda temos 90 minutos, agora no Inferno da Luz, para passar à ronda seguinte."
Meia dúzia da Formação no onze
"Ficamos satisfeitos e orgulhosos por ver jogar miúdos que há dois/três meses estavam na equipa B. Um risco apostar em tanta juventude? Fiz o que senti pelo que tenho visto nos treinos, pela análise do que vai sendo o nosso dia e da gestão de um plantel, sabendo que temos meses carregados de jogos. Se tivesse corrido mal, tinha sido o risco; as coisas correram bem, nós acertámos. As decisões são assim."
Primeira vitória na Turquia com seis miúdos: especial?
"Fico muito satisfeito com isso. Para o Clube é muito importante, temos um caminho traçado. Ter tido a oportunidade de vencer na Turquia com seis miúdos da Formação deixa-nos muito satisfeitos. É normal que se fale nos seis que jogaram, e ainda estava mais um no banco [Jota], mas o mais importante é que fizemos um grande jogo de equipa. Fomos solidários, fomos equipa."
Rendimento: todos contam
"Provámos em campo que todos contam. Estamos a jogar consecutivamente de três em três dias. Em cinco semanas tivemos uma em que pudemos treinar. Os jogadores vão tendo oportunidades, estou satisfeito com o rendimento dos que vão jogando e tenho consciência de que houve gente que ainda não teve oportunidade. Quem joga tem de aproveitar para marcar presença e dizer que podemos contar com eles. Com a decisão de trazer os quatro reforços da equipa B, o plantel ficou muito competitivo. Temos tido a satisfação de ver que há um compromisso enorme, de equipa, e é dessa forma que temos de funcionar. Estou muito satisfeito com o trabalho de toda a gente."
Parabéns do Presidente
"O Presidente deu os parabéns a todos, trabalhamos em equipa, não destacamos individualidades. Foi a primeira vitória do Benfica na Turquia e estamos todos muito satisfeitos."
Lesão de Salvio
"Ainda não temos uma ideia. Foi algo inesperado. Vamos aguardar e avaliar. Estou muito satisfeito pelo jogo e pelo trabalho que Salvio tem vindo a desenvolver."

Coisas e Loisas

  • Benfica voltou a sofrer fora de casa nas competições europeias: 11.º jogo consecutivo a sofrer como visitante na UEFA. 11 jogos a sofrer fora nas provas da UEFA, 2.º pior registo da história do clube. O pior foi estabelecido na década de 80 (16 jogos a sofrer);
  • 4.ª vez que Seferovic marca o golo da vitória do Benfica: 2017/18 Chaves; 2018/19 FC Porto; 2018/19 V. Guimarães; 2018/19 Galatasaray;
  • Benfica a vencer 1x2 fora na 1.ª mão de uma eliminatória UEFA: passou sempre! 1960/61 Hearts; 1982/83 Roma; 1989/90 Derry City; 1999/2000 PAOK; 2018/19 Galatasaray (?);
  • O Benfica soma a 5.ª vitória consecutiva (todas as competições). Com Bruno Lage como treinador, o Benfica soma 9 vitórias em 10 jogos;
  • Benfica é a 3.ª equipa portuguesa a vencer em casa do Galatasaray depois de SC Braga (2012/13) e FC Porto (já esta época). As equipas portuguesas apresentam agora vantagem frente às turcas em solo turco: 8 vitórias, contra 7 derrotas;
  • Resultado histórico: 1.ª vitória de sempre do Benfica na Turquia, ao 8.º jogo;
  • Krovinovic estreia-se nas competições europeias pelo Benfica. O médio de 23 anos já tinha realizado 2 jogos nas provas da UEFA em 2016/17, ao serviço do Rio Ave;
  • Nos 10 últimos jogos (os encontros que Bruno Lage leva como teinador do Benfica), Seferovic marcou 10 golos;
  • 17.º golo de Seferovic esta época, o 2.º nas competições europeias;
  • Salvio marcou o 6.º golo de grande penalidade pelo Benfica. Ao serviço dos encarnados, só desperdiçou um penalti, já esta época, frente ao Belenenses SAD;
  • 12º golo de Salvio nas competições europeias: passa a ser o 3.º melhor marcador estangeiro do Benfica na UEFA. Estrangeiros com + golos nas provas da UEFA: 34 Cardozo; 13 Isaías; 12 SALVIO; 11 Luisão; 10 Filipovic, Yuran;
  • 5.º golo de Salvio esta época, o 3.º nas competições europeias. O último golo de Salvio tinha sido apontado ao Rio Ave (Taça da Liga), em setembro de 2018, também de grande penalidade;
  • 6 portugueses no 11 inicial do Benfica - todos formados no clube (Ferro, Rúben Dias, Yuri Ribeiro, Florentino, Gedson e João Félix). Esta época, o Benfica já tinha utilizado 6 portugueses no 11 nas competições europeias, frente ao AEK;
  • Ferro (21 anos), Yuri Ribeiro (22) e Florentino Luís (19) fazem a estreia nas competições europeias. Florentino Luís joga a titular na equipa principal do Benfica pela 1.ª vez.

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CD Aves na próxima partida, no Estádio do CD das Aves, em jogo a contar para a 22.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2019.01.29 21:52 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #19: SL Benfica 5-1 Boavista FC

VITAMINA GOLOS

O quarto triunfo seguido do Benfica na Liga NOS sob a liderança técnica de Bruno Lage foi conseguido com cinco golos na baliza do Boavista (5-1) e uma exibição segura. Com a melhor das vitaminas, as águias encurtaram para dois pontos (à condição) a distância em relação ao primeiro lugar da tabela – e na próxima jornada (domingo), a 20.ª, há dérbi em casa do Sporting (4.º).
O Benfica não perdeu tempo a tomar conta do sentido da partida frente aos boavisteiros e haveria de concluir a etapa inicial com posse de bola nos 71% e uma eficácia de passe nos 83%, de acordo com os dados da plataforma Goal Point.
Ainda assim, com tudo controlado, foi dos pés de Gabriel que saiu uma devolução curta para Odysseas, dali resultando uma oportunidade, caída do céu, para o boavisteiro Tahar, que, perante a mancha do guardião das águias, acertaria no poste esquerdo (7').
[GOLO: 1-0] Aos 9', na execução de um livre descaído sobre a direita (a castigar falta rude, sobre João Félix, que passou sem mostragem de cartão amarelo), Pizzi levantou a bola para a área e João Félix, com boa impulsão e faro de baliza, bateu Edu Machado pelo ar e cabeceou para as malhas. Neste lance, Pizzi, o rei das assistências da Liga NOS, aumentou para oito o número de passes para golo.
O Benfica dominava, invadia a zona defensiva do Boavista e ia somando pontapés de canto (terminaria o primeiro tempo com 10). Aos 11', Tahar pareceu ter cortado a bola com o braço direito na área axadrezada num cruzamento de Pizzi, mas o árbitro Rui Costa, depois de escutar o videoárbitro, indicou pontapé de canto e não pontapé de penálti.
João Félix, com um passe vertical para as costas da defesa do Boavista aos 21', pôs Seferovic na cara do guarda-redes Helton Leite, que defenderia a bola rematada pelo pé esquerdo do camisola 14 das águias.
[BOLA NA BARRA] Rúben Dias, aos 26', fez tudo bem na área, venceu o marcador direto no lance de bola parada (livre batido por Pizzi na direita) e cabeceou com força, mas na direção da barra da baliza axadrezada. Helton Leite bem se estirou, mas não chegaria ao esférico.
[GOLO: 2-0] Rafa, sobre a direita, viu Seferovic do lado contrário e solicitou a infiltração do internacional suíço com um vistoso passe de trivela. O camisola 14 recebeu, avançou com o esférico e chutou para defesa incompleta de Helton Leite. Pizzi, no sítio certo e rápido a atacar a bola, assumiu a recarga e não enjeitou (28').
Perto do final do primeiro tempo, o Boavista tentou acercar-se da grande área do Benfica e conquistou um canto no lado direito.
[GOLO: 2-1] No seguimento do canto a favorecer os axadrezados e do despique aéreo no coração da área, a bola sobrou, qual presente, para os pés de Talocha, que usou o esquerdo para rematar, batendo Odysseas (42').
O Boavista quis empertigar-se no arranque do segundo tempo, mas o Benfica não consentiu e avançou para a construção de uma vitória por números expressivos.
[GOLO: 3-1] João Félix recebeu na direita, passou por um oponente com um toque de classe, embalou a toda a velocidade e cruzou (assistência) com as medidas exatas para a entrada mortífera de Seferovic na esquerda da área (54'). Com esta finalização, o camisola 14 alcançou o 12.º golo na temporada, estabelecendo um novo máximo na carreira – nunca tinha faturado tanto numa época.
No ataque seguinte, Seferovic ficou a milímetros do bis, após cruzamento-remate de Gabriel sobre o lado esquerdo.
[GOLO: 4-1] O Benfica estava lançado e alargou a diferença aos 72': Pizzi rasgou na direita, teve espaço para visar a baliza, disparou, Helton Leite defendeu para o lado e Seferovic, com o ângulo a fechar-se, tocou de pé esquerdo para novo momento de celebração no Estádio da Luz.
Realizadas as três substituições autorizadas pelos regulamentos (saíram Rafa, Seferovic e Pizzi, entraram Zivkovic, Ferreyra e Gedson), o Benfica forçou folga ainda maior no resultado e foi bem-sucedido num dos lances mais bonitos da noite.
[GOLO: 5-1] A bola passou pelos pés de Gedson no corredor central e viajou de seguida um pouco para a esquerda, aparecendo Grimaldo, em apoio ao ataque, a ajeitar o esférico e a chutar para um golaço! Helton Leite voou, esticou-se, mas nem de raspão chegou à bola (86').
Sobre o fim da partida, o árbitro Rui Costa assinalou um pontapé de penálti contra o Benfica por falta de Samaris sobre Carraça na área encarnada (88').
[PENÁLTI DEFENDIDO] Mateus foi para a marca dos onze metros, pontapeou colocado, mas Odysseas estirou-se para o seu lado direito e, com a luva, defendeu para canto, conservando o 5-1.

BRUNO LAGE: “HÁ QUE CONTINUAR A EVOLUIR”

No Estádio da Luz, perante 41 352 espectadores, triunfo convincente sobre o Boavista por 5-1, com a equipa do Benfica a somar mais três pontos na antecâmara dos dérbis. O treinador Bruno Lage mostrou-se satisfeito com a exibição e reforçou a importância do treino e do foco no trabalho.
A importância do equilíbrio das emoções
“Foi uma boa exibição, acima de tudo! Mas o mais importante foi aquilo que acabei de dizer aos jogadores. Mantivemos o equilíbrio, ficámos tristes, mas não desiludidos pelo facto de termos perdido o último jogo, da mesma maneira que não ficamos eufóricos por termos vencido hoje desta maneira. Há que olhar sempre para o trabalho, para o que fizemos, para o nosso desempenho e, independentemente de ganhar ou perder, há que continuar a evoluir. Temos de nos focar nisso, manter o equilíbrio, perceber o que estamos a fazer bem e o que estamos a fazer menos bem, e queremos continuar a evoluir. Estamos muito focados naquilo que é o nosso trabalho, a nossa tarefa, e vamos jogo a jogo.”
A nova dinâmica, a criação de hábitos e a transição
“A equipa já teve isto no passado, perdeu agora um pouco e temos de recuperar isso, ter uma transição forte, mas isso não se muda com um estalar de dedos nem a ver vídeos, muda-se é a treinar e os jogadores sentirem isso e criarem o hábito de fazer as coisas… e é isso que estamos a tentar fazer! Criar o hábito de jogar numa dinâmica diferente, e penso que estamos no bom caminho, progressivamente vamos tendo momentos bons, outros menos bons, mas temos de ser consistentes e equilibrados para sermos a equipa que demonstrámos hoje. Se queremos ser uma equipa que tem bola, quando a perdemos temos de ter uma reação muito forte. Tivemos momentos muito bons, em que recuperámos a bola ainda no meio campo ofensivo, outros nem tanto, e isso é um aspeto que temos de melhorar. Isso tem de se criar, é um hábito, tem de estar no corpo… é perder e reagir, e isso constrói-se dia a dia, com muito trabalho. É nisso em que acredito!”
A família Benfiquista… o "estarmos juntos"
“A palavra de ordem tem de ser 'equilíbrio'. O equilíbrio das emoções, estarmos todos juntos, funcionarmos ali dentro. Temos um plantel recheado por grandes jogadores, hoje jogaram onze, a equipa precisa de todos, a equipa precisa do público e o público precisa que a equipa jogue assim… e para jogarmos assim, temos de trabalhar muito, treinar muito, evoluir muito, e é esse o nosso caminho.”
A evolução coletiva e individual
“Foi uma boa exibição, dando continuidade ao trabalho que temos vindo a fazer. Fizemos uma boa segunda parte com o FC Porto. Foi uma semana de muito trabalho, com enorme qualidade e atitude de todos os jogadores, no sentido de evoluirmos coletiva e individualmente. É o equilíbrio das coisas! Se perdemos ficamos tristes, vamos olhar para o nosso desempenho, fazer a avaliação e prosseguir a nossa evolução; ganhamos, ficamos satisfeitos, boa vitória, mais três pontos e vamos olhar para aquilo que fizemos, o bom, o menos bom e continuar o nosso trabalho e a nossa evolução naquilo que é o nosso jogo. Só assim é que conseguimos ser uma boa equipa, competitiva, e na forma como estamos no Campeonato, temos de ter esta mentalidade de evolução, sempre jogo a jogo.”
O posicionamento com e sem bola
“A importância é ele [João Félix] entender o que é o jogo coletivo e, neste momento, é isso que pretendo de todos eles. Dinâmicas novas, dinâmicas de um sistema diferente e todos eles relacionarem-se uns com os outros. As posições estão bem definidas no campo e é eles perceberem o que têm de fazer em cada posição e em cada momento do jogo, com e sem bola.”
Os dérbis… e o período de descanso das águias “A importância tem a ver com a continuidade do trabalho! Dá-nos outra motivação, mas eu olho é para a continuação do trabalho que iniciámos há três semanas. É verdade que vamos ter um dia a mais de descanso, mas comparando com o outro treinador [do Sporting], tenho muitos dias a menos de trabalho com a equipa. O importante é as equipas apresentarem-se competitivas, independentemente dos dias de descanso. É fundamental o descanso, ambas as equipas vão ter mais do que três dias, mas eventualmente, tanto eu como ele [treinador do Sporting] precisaríamos de mais dias para treinar e isso não vai ser possível.”
O mercado de transferências
“O fator determinante vai ser ter todos os jogadores disponíveis para trabalhar e treinar. Isso é mais importante. Independentemente das saídas ou não, é todos estarem focados no trabalho e na evolução do nosso jogo.”

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Sporting CP na próxima partida, no Estádio de Alvalade, em jogo a contar para a 20.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2019.01.11 21:59 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #17: CD Santa Clara 0-2 SL Benfica

KO COM GOLPES DE QUALIDADE

Com bom futebol e aproveitamento na zona de finalização, o Benfica bateu o Santa Clara por 0-2 no Estádio de São Miguel, nos Açores, e, com 38 pontos em 17 jornadas, saltou para o segundo lugar da tabela classificativa da Liga NOS.
Seguro e confortável com e sem bola logo no arranque da partida, o Benfica deu ao jogo um sentido: o da baliza do Santa Clara. Seferovic, aos 3', ficou em boa posição, sobre o corredor central, para marcar o golo inaugural do encontro, após passe de cabeça de Zivkovic, mas a finalização errou o alvo.
De novo com Zivkovic no último passe, as águias criaram sensação de golo aos 16', mas o remate de João Félix, de pé direito na área, não deu à bola as coordenadas exatas e a oportunidade fugiu pela linha de fundo.
O golo dos encarnados, percebia-se, era apenas uma questão de (pouco) tempo e, aos 22', as malhas guardadas por Serginho agitaram-se como consequência de um tiro de Seferovic com o pé esquerdo.
[GOLO: 0-1] André Almeida, sobre a asa direita, fez um passe longo a explorar o espaço entre os centrais do Santa Clara, e foi por essa brecha, perante alguma hesitação dos anfitriões, que Seferovic rompeu para recolher o esférico e depois progredir e disparar com precisão para o interior da baliza (22').
Neste lance, André Almeida aumentou para cinco o número de assistências nesta Liga NOS (só Pizzi, entras as águias, fez melhor, com sete) e Seferovic passou a ser o principal marcador do Benfica no Campeonato (sete golos).
[PENÁLTI ASSINALADO... E (MAL) RETIRADO] João Félix, dando sequência a mais um ataque das águias, deixou Seferovic em boas condições para ampliar a vantagem aos 39', mas o remate do internacional suíço saiu à figura de Serginho. Na ofensiva seguinte, Pizzi foi carregado por Fábio Cardoso quando escapava ao central do Santa Clara. Perentório, o árbitro João Capela assinalou pontapé de penálti, mas depois, por indicação do videoárbitro, recorreu às imagens para rever o lance.
O juiz voltou mesmo atrás na decisão (mas mal, porque o que a Lei 12 diz é que a falta deve ser assinalada no local onde termina) e apitou um livre direto fora da área. Pela infração cometida, Capela exibiu vermelho direto a Fábio Cardoso (44').
O Benfica carregou na abertura da segunda parte e conquistou um pontapé de canto à direita.
[GOLO: 0-2] Pizzi pegou na bola, levou-a para o quarto de círculo e, de pé direito, cobrou o canto, batendo o esférico para a zona de Jardel, no meio da área, onde o central do Benfica foi imponente nas alturas e cabeceou sem apelo nem agravo para dentro da baliza. Num lance de laboratório, os encarnados confirmavam o KO com mais um golpe de qualidade.
Só dava Benfica e o 0-3 esteve para acontecer em diversos momentos da segunda parte: Mamadu, após passe de Grimaldo na área aos 52', evitou a emenda de Seferovic, jogador que depois andou perto do bis aos 53', 57' e 84'; Pizzi (59') e Grimaldo (64'), em disparos de pé esquerdo na área, erraram a baliza contrária por muito pouco.
Brioso, o Santa Clara respondeu como pôde ao domínio do Benfica, apostando todas as fichas em remates de meia distância, que Odysseas e a defensiva encarnada foram controlando e resolvendo.
No plano de jogo delineado por Bruno Lage couberam ainda Salvio, Castillo e Gedson, que renderam Zivkovic (71'), João Félix (85') e Pizzi (90'+1').

BRUNO LAGE: “TIVEMOS O CONTROLO DO JOGO EM TODAS AS AÇÕES”

Bruno Lage analisou o triunfo do Benfica (0-2) diante do Santa Clara, no Estádio de São Miguel. Elogiou os 70 minutos da equipa no jogo e avisou que as transições ofensivas permitidas aos açorianos nos últimos 20 minutos de jogo são um aspeto a rever. O técnico explicou as titularidades de Gabriel e Zivkovic e sublinhou que a meta passa por conquistar os Benfiquistas jogo a jogo, com futebol de qualidade.
Análise à vitória e à exibição da equipa
“Senti que fizemos um bom jogo e penso que este é o caminho de reconquista do público. Jogar bem e reconquistar este público são os objetivos para já, jogo a jogo. Se estes adeptos nos acompanharem e apoiarem, esta equipa pode jogar com qualidade, crescer, evoluir e fazer o jogo que fizemos. Hoje foi diferente, não demos os primeiros 20 minutos ao adversário. Fizemos 70 minutos de elevada qualidade. Na primeira parte tivemos várias oportunidades para marcar golo; na segunda, tirando partido do melhor posicionamento da nossa parte e do facto de o Santa Clara ter menos um jogador, podíamos ter tido maior controlo do jogo e não tivemos. Permitimos algumas transições ao adversário e a equipa tem de melhorar nesse aspeto.”
“Foi um jogo muito positivo da nossa parte, com uma entrada muito forte e uma primeira parte muito boa, com muitas oportunidades. Fizemos 15 a 20 minutos muito bons em que poderíamos ter feito o segundo, terceiro golo.”
Titularidade de Gabriel e Zivkovic
“Zivkovic e Gabriel? Procurava ter mais bola, maior capacidade de construção, quer à direita, quer à esquerda e ter maior equilíbrio no jogo. Foi o que fizemos. Tivemos o controlo do jogo em todas as ações, uma transição defensiva forte, o que nos permitiu estar sempre por cima do jogo, quer a construir, quer a transitar. Os últimos 20 minutos, todavia, são para rever.”
“Este foi mais um feeling e há que perceber que os feelings dos treinadores não são um mago que está a ver uma bola de cristal, mas sim a análise que fazemos da nossa equipa e do adversário. Temos de conhecer o que são os jogadores do Benfica, treinar, criar rotinas e deixar os jogadores confortáveis. O mais importante é os jogadores perceberem o que lhes transmitimos diariamente e os Sócios perceberem que o treinador comunica bem com os jogadores e eles percebem.”
Conquistar os Benfiquistas com futebol de qualidade
“Vi essa declaração [de João Henriques com a metáfora sobre o Rocky e o Ivan Drago] e fartei-me de rir. Sou fã do Rocky e acho que, neste momento, temos de ser o Rocky para fazer lutas bonitas dentro de campo, como foi a que fizemos nos primeiros 70 minutos deste jogo e a que fizemos com o Rio Ave a partir dos 20 minutos. Com futebol de qualidade conquistamos o público e com os adeptos connosco, o Benfica é muito forte.”
Entrada forte ajudou
“Os golos ajudam, mas determinante foi logo a primeira oportunidade que tivemos aos 2’. Senti a equipa segura, com um posicionamento forte. O golo aparecer é consequência do nosso jogo ofensivo.”
Ambiente fantástico em São Miguel e no Estádio
“O ambiente foi fantástico. Começou ontem [quinta-feira] com a receção que tivemos. Já há muitos anos que o Benfica não vinha à ilha [de São Miguel] e sentimos o ambiente. O apoio do público foi determinante.”
Último jogo à frente da equipa principal do Benfica?
“Isso não é importante, a questão de continuar ou não. Importante é perceber que homens existem dentro deste balneário, que equipa querem apresentar lá dentro, com que futebol querem presentear os adeptos e reconquistá-los. Isso é o mais importante.”
Agenda de jogos apertada em janeiro
“Venho de uma realidade em que jogava de três em três dias e sei o que é gerir uma equipa. Não há problema nenhum. Temos de ter a capacidade de mudar rotinas de 4x3x3 para 4x4x2, eu ter conhecimento dos jogadores e preparar os jogos. Estas foram as minhas tarefas nos últimos três anos a trabalhar junto do Carlos Carvalhal.”

Coisas e Loisas

  • Gabriel, 2 meses depois, volta a ser titular na Liga. Não jogava de início desde 11 de novembro (Tondela 1x3 Benfica);
  • Seferovic chega aos 10 golos em 18/19. Marcou em 3 das últimas 4 partidas.
  • Jardel chega ao 3º golo em 2018/2019. No que toca à concretização, já é a 3ª melhor época da carreira do defesa;
  • Fora de casa, o Benfica não marcava 2 golos há 2 meses. Desde a vitória em Tondela (1x3) que os encarnados não chegavam, pelo menos, à chapa 2;
  • Nicolás Castillo é utilizado pela 3ª vez na Liga. O chileno contabiliza, até ao momento, 72 minutos na Liga;
  • Depois de 5 jogos a conceder golos, o Benfica volta a ganhar sem sofrer. A última vitória sem qualquer golo sofrido tinha acontecido em Montalegre (0x1);
  • Melhores épocas de Haris Seferovic: 11 - Eintracht Frankfurt (14/15);10 - Novarra (12/13) e Benfica (18/19); 7 - Benfica (17/18);

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Vitória SC na próxima partida, no Estádio D. Afonso Henriques, em jogo a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.12.29 00:11 fidjudisomada Taça da Liga 2018/9, #3: CD Aves 1-1 SL Benfica

NAS "MEIAS" PELA 10.ª VEZ

Pela 10.ª vez em 12 edições da prova, o Benfica apurou-se para as meias-finais da Taça da Liga. Necessitados de apenas um ponto para aceder à final four, os encarnados empataram 1-1 no reduto do Aves e, como vencedores do Grupo A, vão enfrentar o primeiro do agrupamento C (discutido por FC Porto, Chaves e Varzim) no dia 22 de janeiro, em Braga.
Aves e Benfica não empataram minutos a avaliarem-se taticamente no arranque da partida, antes procuraram fazer valer os seus argumentos e começar a apontar às balizas. A equipa benfiquista podia ter-se adiantado no marcador aos 4' após um livre executado por Pizzi sobre a direita e continuado por cabeceamento de Jardel, mas Rúben Dias, de calcanhar, não conseguiu desfeitear o guarda-redes Beunardeau.
Derley, com um remate perigoso (7'), e Mama Baldé (8'), com fuga pela direita e cruzamento para corte de Rúben Dias, agitaram as águas na defensiva dos encarnados, mas estes não tardaram a tomar as rédeas dos acontecimentos, elaborando combinações ofensivas com o objetivo de visar as redes avenses.
Zivkovic, aos 20', infiltrou-se na direita após passe curto de Pizzi e armou um tiro que fez a bola passar perto do poste do lado contrário. Após mais um par de ofensivas, André Almeida, aos 39', pareceu travado em falta por Jorge Fellipe na grande área do Aves, mas o árbitro Fábio Veríssimo não considerou que houvesse motivo para assinalar pontapé de penálti. Na resposta, em contra-ataque, Amilton esgueirou-se pela esquerda e concluiu a investida com um chuto para fora.
Antes de se esgotarem os primeiros 45 minutos, Yuri Ribeiro foi protagonista em subida à área do Aves, mas o cabeceamento, após centro de Pizzi na direita, foi detido por Beunardeau (43'). No lance seguinte, Zivkovic tocou curto para André Almeida e este arriscou um disparo de fora da área com o pé direito, mas não acertou no alvo (44').
Os encarnados deram sinais de querer aumentar a velocidade da circulação de bola e ser mais incisivos na dinâmica ofensiva no início do segundo tempo, mas o Aves foi mais certeiro e efetivo.
[GOLO: 1-0] Uma arrancada de Rodrigo pelo corredor direito gerou um cruzamento para Mama Baldé aproveitar na área, cabeceando sem dar hipóteses de defesa a Svilar (49').
Já com Jonas (rendeu Cervi aos 59'), o Benfica atirou para trás das costas as ameaças de Mama Baldé e foi à procura do golo do empate.
[GOLO: 1-1] Aos 70', Yuri Ribeiro alongou o ataque pela esquerda e tocou curto para Zivkovic, que ganhou o ressalto, acreditou, insistiu e cruzou à medida da receção e da conclusão de pé esquerdo de Seferovic.
Os últimos minutos do encontro foram discutidos, mas nenhuma equipa cedeu. No derradeiro segundo do encontro, Jonas ainda deixou Salvio (rendera Seferovic aos 85') em boa posição de marcar, mas o guarda-redes do Aves levou a melhor. O empate, que servia os intentos dos encarnados, foi mesmo o desfecho do desafio.

RUI VITÓRIA: “ATINGIMOS O OBJETIVO E ESTAMOS EM QUATRO FRENTES”

Rui Vitória analisou o empate a uma bola na casa do Desportivo das Aves que valeu a presença na final four da Taça da Liga, que se realiza no mês de janeiro, em Braga. Elevou o feito alcançado, apontou à conquista da 8.ª edição da prova e sublinhou: “Estamos nas quatro frentes.”
Objetivo alcançado
“Sabíamos que ia ser um jogo difícil. Atingimos o objetivo que era estar na final four, voltar a lá estar. Temos tido uma densidade de jogos muito grande, tivemos a pausa natalícia e tínhamos dois resultados que nos interessavam [empate e vitória]. Queríamos vencer, mas encontrámos uma equipa que se bateu bem, que está habituada a lutar por estes minitorneios. Ganhámos a acesso à final four e ficámos em 1.º lugar na fase de grupos. A meio de janeiro vamos disputar a final four.”
“O Aves também queria vencer o jogo e teve uma boa postura. Não fomos, naturalmente, em termos qualitativos a equipa que jogou com o SC Braga. Estamos satisfeitos por alcançar o objetivo.”
A importância de seguir em quatro frentes
“Por mais que possamos dizer o contrário, o facto de podermos jogar com dois resultados e depois desta série que temos vindo a fazer em que acabámos por treinar ontem [quinta-feira] e viajámos… Se houvesse a necessidade premente de vencer, teríamos uma abordagem diferente. Atingimos o objetivo, estamos nas quatro frentes.”
Na Taça da Liga com ambição
“Temos sempre esses objetivos e em todas as competições em que entramos, tentamos vencer e é o que queremos nesta competição. A Taça da Liga não está muito bem desenhada, mas vamos à final four para disputar o primeiro jogo e depois para ganhar a competição. Entramos nela para vencer.”
Calendário competitivo carregado
“Acabámos de fazer uma série de oito jogos [no mês de dezembro], três em casa, cinco fora. Nos três em casa marcámos muitos golos, fora nem tanto, mas atingimos objetivos. Vamos com 30 jogos [oficiais] em cima e os jogadores descansaram agora um pouco no Natal.”
“Os jogadores não são máquinas. Repito: são três dezenas de jogos na época, oito neste período de dezembro. O último jogo que tivemos no campeonato foi de intensidade máxima. Nem todos os jogos podem ser de enorme qualidade exibicional. Nem na nossa equipa, nem em nenhuma. O importante é atingir objetivos e estamos a atingi-los.”
Desejos para 2019
“Desejo entrar neste novo ano com vitórias e alcançar os objetivos que pretendemos. Acima de tudo, estarmos cada vez mais unidos.”

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Portimonense SC na próxima partida, no Estádio Municipal de Portimão, em jogo a contar para a 15.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.12.23 20:24 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, #14: SL Benfica 6-2 SC Braga

BENFICA SEIS ESTRELAS!

Competente e mortífero, o Benfica venceu o Braga por 6-2 na 14.ª jornada da Liga NOS. Praticamente 13 meses depois, as águias voltaram a marcar meia dúzia de golos numa só partida do campeonato na Catedral (não o faziam desde a receção ao V. Setúbal em 26 de novembro de 2017). Os encarnados construíram o sétimo triunfo seguido (estão na melhor série da época).
Com uma atuação digna de nota máxima, a equipa orientada por Rui Vitória foi a primeira a apontar seis golos num jogo nesta edição da Liga NOS, sendo já, antes da conclusão do V. Guimarães-Sporting, a mais realizadora da principal competição nacional (31 golos).
Uma ligação perfeita entre a equipa e os adeptos no Estádio da Luz conduziu o Benfica a uma exibição segura, empolgante e recheada com golos no primeiro tempo da partida com os bracarenses.
Depois de vários ataques e de diversas tentativas para descompor a defensiva arsenalista, as águias, pela visão de Jonas, rasgaram uma entrada pelo eixo, com Pizzi a dominar a bola picada sobre os centrais, mas a ser desfeiteado por um adversário quando se preparava para armar o remate. Era um aperitivo para o que viria a seguir.
Um lance bem trabalhado, aos 19', teve como consequência um cruzamento de Pizzi, a partir da esquerda da área, à procura de Jonas perto do poste contrário; o Pistolas disparou de primeira, mas torto, gora-se uma clara oportunidade para agitar as redes da equipa minhota.
[GOLO: 1-0] Após nova ameaça, os comandados de Rui Vitória saltaram para a frente do marcador. Grimaldo, sobre a asa esquerda, prolongou a ofensiva com um passe rasteiro na direção de Pizzi, que recebeu, avançou, derivou para dentro e, pisando já na grande área, atirou cruzado, com colocação e força. Tiago Sá bem se estirou, mas não tinha maneira de suster o pontapé do camisola 21 do Benfica.
O Braga não dispunha de grandes espaços na zona ofensiva e foi com remates executados em terrenos exteriores que esboçou a reação. Depois de Ricardo Horta (23') atirar por alto, Fransérgio disparou de meia distância e fez a bola roçar na parte superior da barra, com Odysseas a voar (24'). Dyego Sousa, aos 26', escapou na direita, mas não teve ângulo para melhor do que um tiro que levou o esférico a tocar nas malhas laterais.
O melhor momento reativo dos bracarenses na etapa inicial aconteceu aos 34', quando Ricardo Horta recebeu um passe curto na área para ficar frente a frente com Odysseas, perdendo o duelo com o guarda-redes das águias.
[GOLO: 2-0] Implacável, o Benfica abriu o laboratório aos 39' para elevar a contagem. Zivkovic, no lado direito, executou o pontapé de canto e, no meio da área, Jardel movimentou-se para iludir a marcação e saltar mais alto do que o guarda-redes Tiago Sá, cabeceando para as malhas.
Insaciável, o Benfica partiu em busca do 3-0 ainda antes de se atingir o tempo de intervalo, mas Jonas, no cara a cara com Tiago Sá, não conseguiu picar a bola sobre o corpo do guardião arsenalista (41'). Em cima do minuto 45, Cervi importunou Esgaio, que errou num primeiro instante, mas foi capaz de corrigir logo a seguir, cortando para canto.
Disposto a ampliar a diferença e não dar esperanças ao visitante, o Benfica arrancou com velocidade e eficácia na segunda parte.
[GOLO: 3-0] Aos 48', Cervi, pela esquerda, lançou Grimaldo, que entrou na área, cruzou e atacou a bola devolvida pelo corte de Marcelo Goiano, rompendo depois entre este e Bruno Viana, para bater Tiago Sá com um remate simples junto ao poste mais próximo.
[GOLO: 3-1] Apesar do diferencial, o Braga esforçou-se por atenuar os estragos que o vendaval ofensivo do Benfica ia provocando no relvado da Catedral. Sequeira, aos 51', subiu na esquerda e cruzou para um golpe de cabeça certeiro de Dyego Sousa.
Os encarnados somavam lances de entendimento e combinações rápidas nos últimos metros do terreno de jogo, espalhando instabilidade na defensiva bracarense.
[GOLO: 4-1] Fruto de nova articulação rápida das suas unidades mais incisivas, o Benfica alargou o recital e deu-lhe outra expressão aos 54', quando Gedson largou a bola para a entrada de Cervi na esquerda da área, de onde o internacional argentino cruzou rasteiro para a emenda mortífera de Jonas na pequena área.
Com muita qualidade combinada nas zonas de decisão, o Benfica continuou a dar robustez à sua exibição e aos números no marcador, mesmo se as peças iam mudando. Jonas, aos 62', foi o primeiro jogador a sair na equipa encarnada, sendo rendido por Seferovic.
[GOLO: 5-1] André Almeida, aos 62', fez um arremesso lateral na direita, solicitando o recém-entrado Seferovic, que serviu, com um passe curto, a infiltração de Zivkovic na direita, com o sérvio a centrar para a entrada veloz e certeira de Cervi, a concluir o bonito lance de ataque com o pé esquerdo.
Em mais um lance de bola parada, o Benfica criou dificuldades aos arsenalistas aos 66'. Jardel, no seguimento de um livre batido sobre o flanco esquerdo, impôs-se no duelo aéreo e Tiago Sá, em cima da linha de baliza, teve de sacudir o esférico para canto.
[GOLO: 6-1] No desenvolvimento do pontapé de canto, uma combinação entre Pizzi e Zivkovic deixou o português em posição para serpentear na esquerda da área minhota, cruzando para corte de cabeça de Claudemir. O esférico caiu uns metros à entrada da área, onde estava André Almeida, que sem cerimónias, aplicou um poderoso e colocado tiro de pé esquerdo. A bola entrou no ângulo superior! Foi o sexto jogador diferente a faturar pelas águias neste desafio.
Ainda antes de Conti entrar em ação para render Jardel no eixo da defesa benfiquista, o Braga acercou-se da área de Odysseas.
[GOLO: 6-2] João Novais, aos 73', teve liberdade para recolher um passe da direita e chutar de pé direito para o interior da baliza.
Krovinovic substituiu Cervi aos 79' e as águias tiveram energia renovada na intermediária para manter a partida sob controlo, espreitando a possibilidade de alcançar um sétimo golo, que, no entanto, não chegaria.

RUI VITÓRIA: “EXIBIÇÃO DE GRANDE CATEGORIA”

Era preciso um SL Benfica muito forte para derrotar um SC Braga muito forte também! Foram estas as palavras de Rui Vitória na antevisão ao desafio da 14.ª jornada da Liga NOS. A equipa cumpriu e interpretou na perfeição, e a consequência foi uma goleada, por 6-2, com uma exibição de “tremenda alma”, analisou o treinador após o encontro.
O trunfo para a goleada
Foi uma excelente partida da nossa parte, uma excelente exibição, com os nossos jogadores a saberem aquilo que tínhamos de fazer para derrotar este excelente Braga. Quero dar os parabéns aos meus jogadores, foi uma exibição de grande categoria. Acima de tudo soubemos muito bem os tempos que tínhamos de atacar e soubemos muito bem como controlar a força que o Braga tem. Uma palavra ao Braga, é uma excelente equipa, está muito bem trabalhada pelo Abel e hoje o que se passou aqui não é a realidade do que tem sido o campeonato do Braga. É uma equipa que tem muita qualidade, mas nós hoje fomos fortes e soubemos muito bem quando atacar, como atacar e ao, mesmo tempo, como defender e esse foi, de facto, o nosso grande trunfo.”
Eficácia ofensiva vs. reação à perda de bola
“Gostei de tudo. É evidente que os dois golos sofridos foram aquilo que não queríamos, mas também, quem marca seis golos e cria as situações que nós criámos, golos bonitos, tenho de ser, de certa forma, condescendente com os meus jogadores. Os meus jogadores interpretaram tudo na perfeição, tiveram uma alma tremenda, à Benfica. A equipa jogou muito solta, muito determinada e começámos desde muito cedo a ir para uma grande exibição. Fomos muito fortes em muitos aspetos!”
A retoma e os objetivos
“O trabalho é feito desta forma. Temos de continuar com os pés bem assentes na terra! Evidentemente que temos muto trabalho pela frente. Ganhámos um jogo, sabemos muito bem aquilo que estamos a fazer, vamos somando vitórias, somando pontos e é isso que queremos. Agora, é saborear esta vitória, festejar com os jogadores e passar o Natal bem. Desejo um bom Natal a todos e, em particular aos Benfiquistas, umas excelentes festas.”
Orgulho dos Benfiquistas
“Foi uma exibição de gala, de grande categoria! Naturalmente, os benfiquistas irão para casa contentes, mais confiantes e orgulhosos com aquilo que a equipa fez. Queríamos a vitória para somar mais três pontos e conseguimos isso com brilhantismo. Não era uma questão de fazer as pazes, era uma questão de vencer e vencemos justamente. Este triunfo traz três pontos, os mesmo três pontos que trouxemos da Madeira, de Setúbal e dos últimos jogos que fizemos. Traz-nos um sentimento de satisfação e confiança. Fomos poderosos, fortes e dominámos praticamente todos os momentos jogo.”
Conhecimento profundo do adversário e a exibição de gala
“É uma consequência do trabalho. As alterações que fizemos no jogo em Montalegre eram já a preparar este e, depois, não o preparámos só do ponto de vista de alguns jogadores que tinham de recuperar ou descansar, mas também na forma como olhámos para o jogo em si e para o adversário. Estávamos muito cientes do Braga que ia aparecer na Luz. Soubemos controlar o jogo dos dois pontas de lança, bem como a saída a três e, ao mesmo tempo, fomos pressionantes e controladores do espaço interior. Com bola, evitámos sempre as parelhas, 3x2, 4x3… criando pequenas dinâmicas e causando assim mossa na equipa do Braga. Para além de controlarmos praticamente todos os momentos do jogo, os jogadores também estiveram inspirados para fazerem os golos que fizeram.”

Coisas e Loisas

  • Pizzi fez o 7.º golo esta temporada e ultrapassa o registo da época passada; a sua melhor temporada continua a ser 2016/17 com 13 remates certeiros. O médio português não marcava há 4 meses pelos encarnados; tinha feito 6 golos no arranque da época (7 jogos);
  • Benfica abre o marcador há 7 jogos consecutivos, o melhor registo do clube nesta temporada. O SC Braga não sofria um golo de bola corrida desde a derrota no Dragão por 1-0 aos 88 minutos, Soares, frente ao FC Porto.
  • Jardel fez 2 dois 3 golos do Benfica na sequência de um pontapé de canto, no 2.º jogo consecutivo: vs Braga, canto de Zivkovic... golo de cabeça; vs Montalegre, canto de Zivkovic... golo de cabeça de Conti; vs PAOK, canto de Pizzi... golo de cabeça;
  • Álex Grimaldo iguala a sua época mais concretizadora: 4 Benfica 2018/19; 4 Barcelona B 2014/15; Marcou 2 golos nos últimos 3 jogos que realizou pelos encarnados. Foi a 1.ª vez que marcou e assistiu num jogo de águia ao peito;
  • Jonas marcou o 8.º golo frente ao SC Braga, é a 7.ª equipa mais visada pelo avançado brasileiro desde que chegou às águias. Marcou 8 golos nos últimos 9 jogos pelo Benfica (ficou em branco em Munique). Se contarmos apenas as provas nacionais, são 7 os jogos consecutivos;
  • Com os 6 golos frente ao SC Braga, o Benfica passa a ser o melhor ataque da Liga NOS 2018/19. Os arsenalistas eram a melhor defesa (juntamente com o FC Porto) quando entraram no relvado da Luz, agora é a 6.ª defesa mais batida do campeonato.
  • Há quase dois anos que o Estádio da Luz não via 8+ golos num jogo: Dez. 2018 vs SC Braga V 6-2, Liga; Jan. 2017 vs Leixões V 6-2, Taça de Portugal. A última vez que os encarnados marcaram 6 golos na Liga foi há 1 ano frente ao V. Setúbal (V 6-0);
  • Foi a 3.ª goleada do Benfica na Liga NOS 2018/19, igualando Sporting e FC Porto no topo da lista. Foi a 2.ª goleada consecutiva dos encarnados na Luz, em jogos a contar para a Liga (Feirense e SC Braga) e novamente por quatro golos de diferença;
  • Nunca o Benfica tinha marcado tantos golos num mês em 2018/19: 16 golos em Dezembro (falta um jogo); 13 golos em Agosto (agora, o 2.º melhor mês). Hoje, marcou tantos golos (6) como tinha marcado nos últimos 5 jogos;
  • Benfica vence há 7 jogos consecutivos, o melhor registo desde Março. O melhor registo de Rui Vitória no Benfica são 11 triunfos consecutivos. Foi a 7.ª vez que o técnico somou este número de vitórias desde que chegou ao Benfica em 2015/16;
  • Há 34 anos que o Benfica não marcava 6+ golos ao SC Braga. Foi a 2.ª vez nos últimos 2 anos (disputaram-se 6 partidas) que os encarnados venceram os bracarenses por uma diferença de 4 golos.

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Eleição do MVP

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Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CD Aves na próxima partida, no Estádio do CD Aves, em jogo a contar para a 3.ª rodada da Taça da Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.10.23 22:57 fidjudisomada UEFA Champions League 2018/9, 3.ª jornada: AFC Ajax 1-0 SL Benfica

INESPERADO CASTIGO
O último lance do duelo no Johan Cruijff Arena resultou num castigo muito severo para o Benfica, que, aos 90'+2', quando tudo já fazia prever a divisão de pontos num jogo que fora disputado quase sempre em alta velocidade, sofreu o golo que custou a derrota perante o Ajax, na 3.ª jornada do Grupo E da Liga dos Campeões.
A etapa inicial muito movimentada em Amesterdão, a fazer lembrar uma partida de ténis, com bola-cá-bola-lá, vendo-se duas equipas ao ataque, mas ambas globalmente muito concentradas na organização defensiva.
Os primeiros sinais de agitação nasceram, porém, de incursões de jogadores do Benfica: Rafa, aos 2', correu da esquerda para o meio e forçou Onana a grande defesa; Salvio, aos 5', fugiu na direita, cruzou e Seferovic, de pé direito, disparou para uma defesa "a meias" de De Ligt e Onana.
Depois dos 20 minutos, Ziyech e Dolberg testaram por duas vezes a capacidade de Odysseas. Virada a meia hora do encontro, outra vez o Benfica à procura do golo: Rafa fletiu do meio para a direita e chutou cruzado para fora (33').
No minuto seguinte, Seferovic tentou, mas não acertou no alvo. Num jogo muito vivo, quase sem períodos para recuperar a respiração, os holandeses responderam aos 40' no aproveitamento de um lance aéreo: Conti, em cima da linha de baliza, despachou a bola para longe.
As características do duelo e a toada de ataque e resposta mantiveram-se na fase de arranque do segundo tempo.
Ao minuto 61, Seferovic resistiu na esquerda, avançou com bola, cruzou e Salvio, que aparecia ao primeiro poste, caiu no relvado, parecendo ter sido tocado por um adversário. O árbitro não entendeu que houvesse motivo para penálti e deu ordem para que o desafio prosseguisse. No lance seguinte, Seferovic disparou com força e colocação, mas Onana voou e negou o golo.
A reação do Ajax fez-se notar aos 65' e 67' pelos remates de Schone e Ziyech. Rafa voltou a dar sinal do Benfica aos 74', num cruzamento-remate para defesa de Onana com a perna direita. Do outro lado, no mesmo minuto, Van de Beek teve espaço para ficar na cara de Odysseas, mas este, com a luva direita, defendeu a bola.
O jogo perdeu alguma fervura nos últimos minutos, mas, depois de mais um lance suspeito na área do Ajax (queda de Cervi em duelo com Mazraoui aos 90'+1'), o Benfica sofreu um rude castigo: após cruzamento da esquerda, Mazraoui aplicou um remate de pé direito, a bola desviou no pé direito de Grimaldo e iludiu a estirada de Odysseas (90'+2'). Os holandeses faziam o 1-0 e a partida terminava logo a seguir.
RUI VITÓRIA: “CANALIZAR ESTA REVOLTA PARA DENTRO DE CAMPO”
Na análise feita ao jogo com o Ajax após o apito final, Rui Vitória falou de uma exibição de qualidade e bem conseguida por parte do Benfica, penalizada por um golo no último minuto. Para o técnico não há volta a dar: é canalizar as energias e a revolta para vencer os próximos jogos, com o Belenenses no Jamor e com o Ajax e AEK no Estádio da Luz.
Análise ao jogo e qualidade exibicional
“Na Liga dos Campeões é importante saber aproveitar as oportunidades que se criam. Sofremos um golo no final, foi um minuto doloroso, mas que não belisca a qualidade dos meus jogadores. Temos um sentimento de tristeza, mas também de revolta. Agora vamos canalizar as energias para o jogo com o Belenenses e depois atacar os outros dois jogos da Liga dos Campeões em casa para repor a verdade. Temos capacidade para disputar qualquer jogo com qualquer equipa, olhos nos olhos. É o que vamos fazer em qualquer campo. Queremos repor a verdade no jogo em casa com o Ajax e vamos ganhar. Mas agora vamos pensar já no próximo fim de semana.”
Benfica de acordo com o planeado
“O jogo iria ter este cariz e tínhamos a preocupação de estar muito organizados defensivamente e depois partíamos para duas soluções… uma: ataques rápidos e procurar a profundidade da equipa do Ajax, e fizemo-lo logo nos primeiros cinco minutos com duas bolas claras de golo. Isso foi o indício do que ia acontecer que era ter oportunidades e não as concretizar; segunda: circular a bola e levá-la para espaços que nós queríamos. A equipa fez uma exibição muito boa, dentro daquilo que tinha de fazer neste campo e com este adversário. A crueldade do último minuto acaba por traduzir uma grande injustiça. Fizemos uma exibição de qualidade, bem conseguida, mas com bolas de finalização que, na Liga dos Campeões, não as concretizando, pagamos.”
Sentimento de tristeza, mas não há tempo a perder
“Temos de sentir a tristeza. Isto é claro quando se dá o primeiro passo no balneário. Esse sentimento que os jogadores têm manifesta-se nas caras. Depois, passa um minuto e temos de ver que há aspetos muito positivos neste jogo, e numa equipa como a nossa, que quer jogar e joga com frequência na Liga dos Campeões, não há tempo a perder. Temos um jogo no fim de semana e temos de canalizar todas as energias para lá, refletindo sobre isto. Temos de acreditar que, aquilo que fizemos, foi bem feito. Houve um minuto fatídico, sofremos um golo que não merecíamos, mas quem joga desta forma e o faz desde o início de época, competindo com equipas de elevada qualidade, só tem de acreditar no que está a fazer. O futuro imediato na Liga dos Campeões são mais três jogos, dois em casa. Há o sentimento de tristeza. Esta revolta tem de ser traduzida numa boa exibição dentro de campo.”
Oportunidades de golo suficientes para ganhar
“Na antevisão disse que não ia jogar para o pontinho. Vinha para ganhar o jogo, à procura dos três pontos e isso ficou visível nos primeiros minutos. Há várias formas de ganhar e a nossa era muito clara e bem definida. Naturalmente, quando se vai para o último minuto não se ganhando, o importante é não perder. Essa é a ideia clara de qualquer treinador e equipa. Não tenho nada a apontar aos jogadores do Benfica. Se calhar, os onze que lá estavam, mereciam jogar até ao fim. As alterações tiveram de ser feitas por ajustes. Tivemos as bolas que, na Liga dos Campeões, são suficientes para se fazer um, dois ou três golos.”
Palavras a Conti e união do coletivo em torno do argentino
“Estar a individualizar não é a minha abordagem. O Conti teve lances com intervenções muito positivas. O jogador tem de conseguir lidar com o sucesso e com o insucesso, e quando digo insucesso estou a falar de um aspeto ou outro que não corre tão bem e não a individualizar uma ação. Não quero, e não é a minha forma de estar, colocar as atenções nesse lance. É um minuto cruel, fatídico, que nós não merecíamos. Toda a equipa merecia muito mais do que o que aconteceu.”
Fonte: SL Benfica

Coisas e Loisas

  • Salvio cumpre o jogo 250 pelo Benfica. Estrangeiros com 250 + jogos pelo Benfica: 538 Luisão; 333 Maxi; 293 Cardozo; 253 Gaitán; 250 SALVIO;
  • 1.ª derrota fora de casa do Benfica no ano de 2018, ao 17.º jogo. A última derrota do Benfica como visitante tinha sido em dezembro de 2017, frente ao Rio Ave, na taça de Portugal (3x2 após prolongamento);
  • O Benfica sofre golos na Champions há 10 jogos. A última vez que o Benfica manteve a sua baliza inviolável foi em fevereiro de 2017, frente ao Dortmund, no Estádio da Luz;
  • Benfica sofreu a 9.ª derrota nos 10 últimos jogos na Champions, a 10.ª nos 12 últimos encontros na competição;
  • Benfica com 3 pontos à 3.ª jornada da Champions - foi sempre eliminado: 1998/99 eliminado (só se qualificava o 1.º classificado do grupo e os dois melhores 2.ºs); 2007/08 eliminado; 2010/11 eliminado; 2018/19 ?;
  • 3.ª vez que o Benfica perde um jogo nas competições europeias com um golo no desconto: 2012 Chelsea (Raúl Meireles); 2013 Chelsea (Ivanovic); 2018 AJAX (Mazraoui);
  • O Benfica não era derrotado com um golo nos descontos há mais de 3 anos. Últimas derrotas sofridas pelo Benfica com um golo nos descontos: 2012 Chelsea; 2013 FC Porto; 2013 Chelsea; 2015 Rio Ave; 2018 Ajax.

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o CF Os Belenenses SAD na próxima partida, no Estádio Nacional do Jamor, em jogo a contar para a 8.ª rodada da Primeira Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.10.07 23:59 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, 7.ª jornada: SL Benfica 1-0 FC Porto

INQUEBRÁVEIS, À BENFICA!
O clássico da 7.ª jornada da Liga NOS terminou com uma verdadeira vitória à Benfica! Contra tudo, contra todos e pelo Manto Sagrado que vestem, os jogadores foram irrepreensíveis no cumprimento do plano tático desenhado por Rui Vitória e, com muita segurança e qualidade, arrancaram os três pontos em questão no relvado do Estádio da Luz (1-0).
Uma decisão difícil de engolir do árbitro Fábio Veríssimo conduziu à expulsão de Lema (83'), mas esse vermelho (por acumulação de cartões amarelos) deu ainda mais força e coesão às águias nos minutos finais do desafio para guardar o golo de Seferovic, isto numa Catedral a ferver com o apoio de cerca de 60 mil Benfiquistas, também eles fundamentais neste triunfo que relança o Benfica para a liderança da competição.
O primeiro tempo do clássico foi corrido e intenso, com muita discussão de bola na zona intermediária, escasseando, todavia, as oportunidades de golo.
Numa rápida e eficaz combinação ofensiva, Seferovic, aos 24’, libertou-se na esquerda e armou o cruzamento que tinha Salvio como destinatário, mas Casillas interpôs-se, mergulhou e congelou a bola nas luvas.
A meia hora de jogo foi atingida com o Benfica por cima na posse de bola (52%), confirmando-se pelo ângulo estatístico a maior vontade do anfitrião de desamarrar o resultado no Estádio da Luz, onde os portistas abusavam das faltas (Otávio foi o reincidente-mor), cometendo 14 contra apenas sete das águias até ao intervalo.
Na reentrada, o Benfica deu nova mostra de energia e reforçou o propósito de ir atrás do resultado que lhe interessava. Depois de o portista Sérgio Conceição trocar o amarelado Otávio por Sérgio Oliveira (52'), Rui Vitória adicionou gasolina ao tanque da sua equipa ao lançar Rafa por Cervi (58'). A equipa ganhava frescura e velocidade nas transições. Aos 60', Gabriel, num tiro de fora da área, viu Casillas voar e negar o primeiro golo do clássico.
Aos 62', numa insistência de Gabriel pelo corredor central, com um passe alto, Pizzi movimentou-se para chegar primeiro e, com um cabeceamento preciso, desmarcou Seferovic entre os centrais portistas, com o camisola 14 a esticar a perna e a chutar de pé direito para o interior da baliza dos dragões, de nada lhes valendo a saída de Casillas (1-0).
Em vantagem, o Benfica controlava o rumo do encontro e, sempre bravo e com um comportamento tático exemplar, não autorizava espaços nem chances para o adversário retaliar. Alfa Semedo substituiu Pizzi aos 78'... e aos 83' o árbitro Fábio Veríssimo resolveu mostrar o segundo cartão amarelo a Lema depois de um lance entre o central e André Pereira. Um exagero da parte de quem tudo permitiu a Otávio no primeiro tempo... que só no arranque da etapa complementar foi amarelado.
O certo é que o Benfica ficou reduzido a dez unidades, baixando Alfa Semedo para central. Unida, competente e amparada por um ruidoso e vibrante 12.º jogador nas bancadas, a equipa de Rui Vitória soube proteger a baliza de Odysseas até ao fim do clássico, numa missão onde Samaris, chamado à cena aos 90' (rendeu Seferovic), também colaborou, destacando-se ainda a fibra e a raça de Rúben Dias, André Almeida e Fejsa num coletivo corajoso e decidido.
RUI VITÓRIA: “É ASSIM QUE SE PARTE PARA A RECONQUISTA”
No final de um triunfo “à Benfica, com determinação, garra e acreditar”, por 1-0, Rui Vitória descascou o que se passou no terreno de jogo ao longo dos 90 minutos. Para o técnico das águias, a conquista dos três pontos é justa, de uma equipa que preparou bem o encontro e soube anular as peças mais importantes do FC Porto.
Boa adaptação frente a uma equipa que se bate bem
“Uma vitória difícil, mas inteiramente justa. Sabíamos que o jogo ia ter este grau de dificuldade. O FC Porto é uma equipa que se bate bem, entra muito nos duelos diretos, procura a profundidade. Tivemos de nos adaptar e entrar neste registo, e depois esperar o momento para podermos ganhar o jogo. Controlámos bem o Marega e anulámos o Brahimi.”
Entrada forte e os jogadores de parabéns
“Na segunda parte, tivemos logo um lance em que Casillas fez uma grande defesa e depois tivemos o jogo quase todo a nosso favor até à expulsão do Lema. Uma palavra já para ele, no primeiro jogo a sério no nosso estádio. Se calhar não devia ter sido expulso, mas teve um desempenho que me agradou. Não é fácil jogar perante 65 mil pessoas num país que não é o seu. A partir daí ficámos com menos um homem, reunimos as tropas e fomos atrás de ganhar o jogo. Ganhámos como tínhamos de ganhar. É o terminar de mês e meio com seis jogos europeus, com várias viagens e estamos na frente, como queríamos. Tenho de dar os parabéns aos meus jogadores.”
Confiança no trabalho que se está a fazer
“Fica a confiança e consistência no trabalho que se está a fazer. Não podemos vacilar perante algum dissabor. Vamos para uma paragem na 1.ª posição. Estamos satisfeitos e foi reposta a verdade do que tem sido a nossa época.”
À Benfica, com determinação, garra e acreditar
“Foi uma vitória à Benfica, com determinação, garra e a acreditar até ao limite. Tem de ser jogo a jogo, unidos, com todos a participar nas vitórias que vamos tendo.”
Um clássico em que todos os palmos de terreno contaram
“Jogo muito disputado em que todos os palmos de terreno contam. Não perdemos a lucidez, nem alterámos a nossa missão e o nosso padrão para o jogo. Mesmo depois do golo tivemos mais iniciativa do que o FC Porto.”
Seferovic como a equipa: a enfrentar de frente as adversidades
“A vitória é merecida por todos os que trabalharam, os que não estiveram no jogo, mas trabalham todos os dias, toda a estrutura. O Seferovic representa o que é a nossa equipa: perante as adversidades não viramos a cara à luta, enfrentamo-las. Não se resignou, foi à luta, conquistou o seu lugar por mérito próprio. Era preciso entrar na Champions, entrámos; não ganhávamos na fase de grupos da Liga dos Campeões, ganhámos; não ganhávamos ao FC Porto, ganhámos.”
União e partilha enormes
“Tivemos de sair do nosso registo e entrar nos duelos diretos. A qualidade do jogo desceu. Sabíamos que os níveis de concentração tinham de estar elevados. Estes jogos, com muita disputa do espaço, têm de ser vencidos através deste tipo de aproveitamentos. Fomos mais agressivos na objetividade. O mais importante é a vitória em nossa casa perante o nosso público que deu corpo a este triunfo à Benfica. Houve um sentimento de união e partilha enormes. É assim que se parte para a reconquista.”
A explicação da escolha pelo Gabriel
“O jogo foi para o que esperávamos, com muita bola dividida e tínhamos de ter mais peso. O Gabriel tem essas características: é forte fisicamente, é bom tecnicamente e tem resistência. Demos mais corpo, capacidade e robustez ao meio-campo.”
Rúben Dias: mentalidade forte e reflexo do bom trabalho feito no Seixal
“Há 15 dias, o Rúben Dias era um jogador para se apostar e era um jogador de futuro. Passado um jogo não o deixou de ser. O jogador entende isto e isso só acontece devido aos níveis de mentalidade muito fortes que tem. Ele pensou: eu não tenho de analisar o que se passou agora, mas sim daqui a dois ou três meses. Eu tenho é de me focar no jogo que aí vem. Há um grande mérito do jogador. Isto é reflexo do trabalho que é feito na formação.”
Fonte: SL Benfica

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Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o AFC Ajax na próxima partida, no Johan Cruijff Arena, em jogo a contar para a 3.ª rodada da UEFA Champions League 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.09.18 14:23 fidjudisomada UEFA Champions League 2018/9, 1.ª jornada: SL Benfica vs. FC Bayern München

RUI VITÓRIA: "CONCENTRAÇÃO, INTELIGÊNCIA, RIGOR E PERSPICÁCIA TÁTICA"
A estreia do Benfica no Grupo E da Liga dos Campeões 2018/19 acontece às 20h00 de quarta-feira no Estádio da Luz. Perante o "fortíssimo" Bayern, as águias vão ter de ser poderosas a nível tático, explicou o treinador Rui Vitória na antevisão do duelo com os bávaros.
Este desafio com o hexacampeão da Alemanha é também um jogo de reencontros, trazendo à memória os dois embates dos quartos de final da Champions de 2015/16, uma eliminatória que os bávaros venceram à justa (3-2 no agregado).
"Temos de ser novamente fortes do ponto de vista tático. É aqui que tem de residir a nossa força, que é a perspicácia de saber por onde é que o adversário nos quer atacar, por onde é que temos de atacar o adversário. Isso tem de ser uma mais-valia nossa", assumiu Rui Vitória em conferência de Imprensa.
Que Benfica se vai apresentar na estreia no Grupo E da Liga dos Campeões?
Vamos enfrentar uma das melhores equipas na Europa, que normalmente chega muito longe nesta competição. É muito motivante. Vamos enfrentar o adversário com muita determinação e convicção no que estamos a fazer e no resultado que queremos alcançar, sabendo que do outro lado está uma equipa recheada de jogadores muito experimentados. Da equipa que jogará amanhã [quarta-feira], estão seis, sete, oito jogadores que nos defrontaram em 2016. Isso quer dizer que os jogadores de qualidade se têm mantido, há grande estabilidade e experiência internacional no Bayern. Mas isto não retira em nada a nossa ambição. Temos de enfrentar o adversário sabendo os problemas que nos pode causar e pondo também o nosso futebol em campo.
Niko Kovac, treinador do Bayern, disse que conhece bem a estratégia ofensiva do Benfica. De que forma é que a sua equipa vai encontrar o equilíbrio para defender e atacar bem?
O meu colega conhece eventualmente a estratégia do Benfica, eu conheço muito, mas mesmo muito bem o valor do Bayern e dos seus jogadores. O que poderá fazer a diferença? Sermos uma equipa personalizada, que acredita no que está a fazer, que respeita o adversário, mas em determinados momentos termos a arrogância, no sentido positivo, de querer ganhar o jogo. Temos de ser muito concentrados e muito inteligentes nos caminhos a dar à bola e onde e quando a temos de ter. É um jogo que requer níveis de concentração muito elevados, uma mentalidade muito forte. Os jogadores também têm de ter abertura para assumir que gostam destes jogos para mostrar as suas capacidades. Fundamental é a equipa ser inteligente, concentrada, rigorosa e aproveitar os erros que o Bayern poderá cometer.
O que é mais arriscado: mudar o sistema para um registo mais defensivo ou manter o habitual, mais ofensivo, contra uma equipa forte como a do Bayern?
Trabalhamos com ideias muito claras. Existem conceitos e princípios dos quais não abdicamos. Em qualquer jogo há sempre nuances que temos de criar na nossa equipa para controlar aqui e ali as virtudes do adversário. Não andamos a trabalhar todo este tempo com umas ideias para depois agora irmos para um jogo a querer impor outras. A nossa forma de estar no campo vai ser a mesma. Do outro lado vai estar um opositor que em determinados momentos nos vai obrigar a ir para trás, tal como nós, noutros momentos, também vamos causar problemas ao Bayern. Quem está a jogar a este nível e quer ganhar tem de ter esta postura. Temos de ser astutos e perspicazes na forma como vamos montar a equipa, mas não vamos alterá-la de forma evidente em função do adversário. Podemos ser penalizados, mas também podemos ser beneficiados com isto, porque acreditamos no trabalho e no processo de treino. É isso que vamos passar para o campo.
O Benfica de 2018 está mais forte do que aquele que em 2016 discutiu os quartos de final da Liga dos Campeões com o Bayern?
Muitas vezes os jogos têm vida própria e levam-nos para desempenhos melhores ou piores. O desempenho que tivemos em 2016 é um exemplo claro do que é uma riqueza tática num jogo. Foram dois desafios muito interessantes do ponto de vista tático, fundamentalmente o de lá, na altura com a equipa do Bayern com uma disposição ligeiramente diferente daquela que tem agora. Temos de ser novamente fortes do ponto de vista tático e é aqui que tem de residir a nossa força, que é a perspicácia de saber por onde é que o adversário nos quer atacar, por onde é que temos de atacar o adversário. Isso tem de ser uma mais-valia nossa. Estamos com muita vontade de jogar.
Esta partida representa também o retorno de Renato Sanches ao Estádio da Luz, onde se projetou para a alta-roda com a camisola do Benfica e sob a sua liderança técnica. Este regresso também é especial para si?
Fico sempre satisfeito quando revejo estes jogadores. Eles reconhecem o trabalho que fizeram em toda a Formação do Benfica e depois no futebol sénior, e a mim deixa-me orgulhoso ver estes jogadores a brilhar na Europa. Já tive oportunidade de cumprimentá-lo. Desejo que jogue, porque quero é que os jogadores que tive possam estar sempre a um bom nível, mas que perca. E que depois ganhe todos os outros jogos, menos o que fizermos em casa deles.
SEFEROVIC: "TEMOS DE ESTAR AO MELHOR NÍVEL"
O avançado do Benfica considera "especial" reencontrar o Bayern, uma equipa de "enorme qualidade", no arranque dos grupos da Liga dos Campeões 2018/19.
"O Bayern é uma equipa com uma qualidade enorme, temos de estar ao nosso melhor nível. Foi isso que o nosso treinador nos passou na preparação deste jogo", revelou Seferovic na antevisão do duelo da 1.ª jornada do Grupo E da Liga dos Campeões 2018/19.
"É importante fazermos um bom jogo e darmos o nosso melhor para ficar com os três pontos", reforçou o camisola 14 das águias, que no embate de quarta-feira vai poder reencontrar o seu ex-treinador, Niko Kovac, o croata que agora comanda os bávaros.
"Conheço Niko Kovac há ano e meio. Ele consegue adaptar e montar bem uma equipa, sabe lidar com os jogadores. Vai criar-nos problemas, mas temos de contrariar o Bayern e dar o nosso melhor", analisou Seferovic.
O avançado internacional pela Suíça representou o Eintracht Frankfurt e competiu na Alemanha antes de se transferir para o Benfica. Reencontrar uma equipa germânica na Liga dos Campeões tem um significado particular. "É especial jogar contra o Bayern. Confio que vai ser um bom jogo", resumiu Seferovic.
"Sinto-me bem, estou em forma e vou dar o meu melhor", garantiu.
Fonte: SL Benfica

Lista de Convocados/Match Roster

  • Guarda-redes: Svilar e Odysseas;
  • Defesas: Conti, Grimaldo, Rúben Dias, Yuri Ribeiro, Jardel e André Almeida;
  • Médios: Fejsa, Gabriel, Cervi, Alfa Semedo, Živković, Salvio, Pizzi, Rafa, João Félix e Gedson;
  • Avançados: Seferović e Castillo.

Boletim Clínico/Injured List

  • Krovinović: status pós-cirurgia a rotura do ligamento cruzado anterior do joelho direito;
  • Tyronne: status pós-cirurgia a rotura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo;
  • Corchia: status pós-artroscopia no joelho esquerdo;
  • Ferreyra: lombalgia.

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  2. Qual é o teu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  3. Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  4. Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?

Talking Points

We prepared a list of topics for this match, feel free to ignore it, or take it and present your observations or opinions:
  1. What’s your final score forecast and scorers?
  2. What is your starting eleven, structure and dynamics for this match?
  3. Which player or adversary aspect is the biggest threat to your team?
  4. Which player will have to go the extra mile and carry the team to victory?
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2018.09.02 21:26 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, 4.ª jornada: CD Nacional 0-4 SL Benfica

O GOLO COMO COMBUSTÍVEL
Quatro golos marcados, uma exibição sólida e mais três pontos no bolso: foi assim que o Benfica rematou, com competência, um ciclo infernal de oito jogos em 27 dias, triunfando na deslocação ao reduto do Nacional na 4.ª jornada da Liga NOS.
Esta vitória das águias é a mais dilatada de uma equipa visitante nesta edição do Campeonato, um resultado que mantém os encarnados na liderança da classificação.
Com energia nos primeiros minutos do desafio, o Nacional testou a concentração e maturidade do Benfica, sendo agressivo na linha mais adiantada no terreno e, com bola, procurando desenhar contragolpes. As águias não vacilaram e rapidamente pegaram no jogo para lhe dar o curso e a direção que interessava.
Aos 12', Salvio ameaçou pela primeira vez as redes guardadas por Daniel Guimarães. O argentino assumiu o lance na direita e, após combinação curta com Seferovic, teve espaço, já na grande área, para atirar rasteiro e cruzado: a bola passou rente ao poste esquerdo.
Já depois de uma queda de Cervi na área do Nacional em disputa com Nuno Campos (17'), Salvio voltou a sobressair em nova tentativa de assalto às redes insulares: aos 20', ainda puxado por Decas no interior da grande área, o camisola 18 do Benfica forçou o remate e obrigou Daniel Guimarães a defesa de recurso.
A equipa benfiquista voltou a estar muito perto de inaugurar o marcador aos 23': Pizzi, com um passe magistral, libertou Grimaldo na área da equipa madeirense e o lateral deu sequência ao ataque com um cruzamento para o segundo poste, mas Seferovic não conseguiu a emenda.
A bola entraria na baliza do Nacional aos 28': Salvio recebeu um passe curto de Gedson, bateu o marcador direto com um túnel, avançou a toda a velocidade pela direita e, no momento exato, desmarcou Seferovic, que, com muita tranquilidade, puxou a bola para o seu pé esquerdo e venceu a oposição do guarda-redes (0-1).
Por motivos físicos, Alfa Semedo rendeu Fejsa pouco depois do golo (30') e o meio-campo do Benfica continuou a carburar e a ser pressionante. Aos 42', Seferovic escapou na esquerda e centrou para o segundo poste em busca do toque final de Salvio, mas este chegou um nada atrasado para o desvio.
O 0-2 não demoraria muito e foi quase uma réplica do lance ocorrido pouco antes: pressão de Gedson e recuperação de bola no corredor central, com Pizzi a dar andamento à jogada com um passe para Seferovic entrar à esquerda e descobrir, com um cruzamento preciso (assistência!), a presença de Salvio na zona do segundo poste, onde o 18 se impulsionou e cabeceou para as redes.
No lado do Nacional, Costinha fez alterações no arranque da segunda parte (Palocevic rendeu Marakis) e a equipa conseguiu ter mais bola nos instantes iniciais deste período, com o Benfica a controlar os acontecimentos. Odysseas respondeu bem nos remates de Palocevic (59') e Vítor Gonçalves (78'), dando também o seu contributo à segurança e resistência do coletivo.
A entrada de Rafa (por Cervi) aos 70' permitiu refrescar a equipa do Benfica e alimentar o objetivo de alargar a diferença no marcador. O 0-3 chegou aos 76': Salvio, na direita, tocou um pouco para dentro na direção de Pizzi, que fez de pronto um passe largo, para o interior da área, em busca da entrada de Grimaldo no lado contrário, com o espanhol a recolher e a disparar para o golo.
Salvio (um golo e uma assistência) foi substituído por João Félix aos 81'. O Benfica acentuava o controlo da partida com uma circulação de bola precisa e inteligente, deixando correr o tempo e, sempre que possível, procurando jogar no meio campo do adversário, com os olhos na baliza de Daniel Guimarães, que iria mesmo recolher mais uma bola das redes: aos 90'+3', Pizzi, com um excelente passe (segunda assistência no jogo!), rasgou a defensiva do Nacional, Rafa acelerou para receber e, na cara do guarda-redes, picou o esférico para o 0-4. O desafio terminou logo a seguir.
Fonte: SL Benfica

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Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Rio Ave FC na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 1.ª rodada da Taça da Liga 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.08.18 21:57 fidjudisomada Primeira Liga 2018/9, 2.ª jornada: Boavista FC 0-2 SL Benfica

FERREYRA ABRIU A CAIXA
Com grande mérito na recuperação e execução, o avançado assinou o primeiro golo da vitória do Benfica (0-2) em casa do Boavista, na 2.ª jornada da Liga NOS. Há 12 anos que as águias não ganhavam por esta margem no Bessa – e mais golos ficaram por marcar.
Sólido em todos os sectores e incisivo nos últimos metros do terreno de jogo, o Benfica contornou um Boavista aguerrido e venceu por 0-2 no Estádio do Bessa, na 2.ª jornada da Liga NOS 2018/19. Há 12 anos que as águias não triunfavam neste reduto por margem tão confortável.
Organizado e com futebol positivo, o Boavista tentou discutir a posse no arranque do desafio, sempre à espreita de eventuais erros para desenhar contragolpes ou ataques rápidos como aquele que levou Falcone a rematar às malhas laterais (4’). O anfitrião procurou ter bola, mas o Benfica, com uma circulação segura, variada e ampla, trabalhou para contrariar e contornar as tentativas do adversário, apontando o seu jogo, minuto após minuto, na direção da baliza de Helton Leite.
O primeiro remate do encontro, aliás, foi da autoria de Cervi, logo aos 2’. André Almeida foi o segundo jogador do Benfica a tentar agitar as redes dos axadrezados, mas Helton Leite opôs-se ao tiro de fora da área com uma defesa para o lado (7’). A equipa benfiquista aquecia e experimentava os três corredores no ataque e Grimaldo também inscreveu o seu nome na lista de atiradores (9’).
Aos 23’, Pizzi, com um passe longo calibrado, solicitou o aparecimento de André Almeida no espaço, mas a execução era difícil e não teve consequência. Aos 29’ foi a asa esquerda que se articulou na construção e desenvolvimento do ataque, com Grimaldo a lançar Cervi e este a cruzar para o segundo poste, onde Salvio chega uns centímetros atrasado.
O Benfica rondava o golo e acertou mesmo na baliza do Boavista à passagem do minuto 35. E o mérito é carregado por Ferreyra: o argentino perdeu a bola, depois pressionou Carraça na área e, no duelo com o lateral e também Idris, levou a melhor; sem de deter, apontou a mira às redes e chutou rasteiro e cruzado para o 0-1. Foi o primeiro golo do avançado nesta edição da Liga NOS.
Ainda antes do intervalo, as águias tiveram nos pés o 0-2: um magnífico passe longo de Pizzi aos 40’ isolou Salvio, que, na cara de Helton Leite, rematou de pé direito para defesa do guarda-redes boavisteiro.
O segundo tempo começou com o Benfica a procurar ampliar a diferença no marcador. Depois de um disparo de Gedson (47’) à entrada da área (à figura do guardião), Cervi esburacou na esquerda e centrou curto e atrasado para Salvio concluir o ataque com um remate quase na cara de Helton Leite, que sustém por instinto com um defesa incompleta (48’).
Agressivo sem bola e pressionando alto, o Benfica foi premiado com o 0-2 aos 62’. Salvio tapou uma saída a Neris, que perdeu a bola para o extremo das águias. Este embalou pelo flanco direito, invadiu a grande área e, com Ferreyra a arrastar a marcação, descobriu Pizzi solto, com espaço para atirar na passada e bater Helton Leite (0-2).
Do outro lado, Jorge Simão trocava peças e esgotava as substituições, mas o controlo e o domínio da partida passavam pelos pés dos jogadores do Benfica, que a partir dos 74’ tiveram Zivkovic no lugar de Salvio: foi a primeira mexida de Rui Vitória. Gedson foi o segundo a sair (rendido por Alfa Semedo aos 81') e João Félix, em estreia oficial na equipa principal do Benfica, o último a entrar (substituiu Cervi aos 88').
Sobre o fecho do encontro, Pizzi, isolado, e Jardel, de cabeça, tiveram oportunidades de golo para elevar a contagem para 0-3, mas sem sucesso.
Fonte: SL Benfica

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  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o PAOK FC na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para os playoffs da UEFA Champions League 2018/9. Quais as perspetivas?

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2018.08.09 15:57 fidjudisomada Primeira Liga, 1.ª jornada: SL Benfica vs. Vitória SC

RUI VITÓRIA: "TODAS AS ENERGIAS CANALIZADAS PARA ESTE JOGO"
Depois da estreia oficial em 2018/19, coroada com triunfo sobre o Fenerbahçe na 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o Benfica encara agora o primeiro jogo na Liga NOS frente ao V. Guimarães, às 20h30 de sexta-feira, no Estádio da Luz. Rui Vitória sublinhou que a equipa está trabalhada para encarar os "obstáculos difíceis".
O espaço temporal entre jogos é reduzido (as águias tiveram desafio de Champions na terça-feira e no dia 14 disputam a segunda mão na Turquia), mas Rui Vitória, em conferência de Imprensa de antevisão, realçou que os jogadores estão calejados pela experiência e sabem que só se pode jogar e ganhar uma partida de cada vez.
Como está a equipa do Benfica antes do arranque do Campeonato? Que leitura faz da capacidade do V. Guimarães, agora treinado por Luís Castro?
Estamos preparados. Vamos ter um jogo difícil, porque um jogo com o Vitória é sempre de exigência elevada, mas também temos noção das nossas capacidades e do nosso valor. Vamos encontrar uma equipa de qualidade, com um treinador de qualidade. Vê-se que está a começar bem, pelo rendimento apresentado na pré-temporada.
Estamos identificados com os conceitos de jogo do adversário, que vai querer pôr em campo as suas ideias e disputar o jogo pelo jogo, porque são assim as equipas do Luís, e o Vitória também, porque está a querer ser grande e intrometer-se na luta do topo da classificação. Estão aqui as premissas para um bom jogo, interessante de ser seguido. Só temos de ser claros na abordagem, com grande determinação e convicção, enfrentar o adversário e ganhar.
Este jogo antecede a viagem à Turquia onde o Benfica terá um desafio importante na próxima terça-feira. Que peso terá esta partida com o Vitória? Que gestão vai fazer?
Representar o Benfica é perceber este contexto. Todos os jogos são difíceis. Não se ganha dois jogos jogando só o primeiro. A perspetiva é pensar apenas no jogo com o Vitória. Sabemos que temos uma série de obstáculos difíceis, mas já sabíamos que era assim, já estávamos preparados para isto. Pensar já no jogo de terça-feira é a pior coisa que se pode fazer. Já estamos calejados nesta forma de pensar e falar.
Amanhã [sexta-feira], temos pela frente um obstáculo duro, difícil. Se não estivermos com todas as energias canalizadas para ali, estamos a perder o nosso foco. Claro que queríamos mais tempo para preparar o jogo, mas quanto mais nos desgastarmos com aspetos acessórios, menos fortes estaremos. Não queremos isso.
Gedson tem sido uma das novidades na equipa neste arranque de temporada. Esta aposta é um sinal de que vai contar com ele para a titularidade daqui para a frente?
Em relação ao Gedson ou qualquer Gedson que haja aqui no Benfica, isto é claro para mim: o primeiro requisito é a qualidade. Eu olho para um jogador – e assim o fiz com o Gedson – e faço as minhas contas, não quero saber que idade tem. Entra naquilo que entendo para aquela posição? Entra! Cumpre? Cumpre! E cumpriu satisfatoriamente, se calhar até acima do que toda a gente pensaria que seria possível. Está dentro dos requisitos que entendo para aquela posição e avança, tenha 18 ou 19 anos. O Gedson e o João Félix são jogadores de grande qualidade, com futuro garantido para o Benfica. São jogadores que vão ter o seu espaço. O Gedson tem sido aposta e vai continuar.
Como é que a equipa reagiu fisicamente após o jogo com o Fenerbahçe tendo em conta que ainda estamos numa fase inicial da época?
Não gosto de sinalizar estas questões pelo aspeto físico. O jogador é um ser integral, todos os aspetos são fundamentais. Desde que o cérebro comande, as pernas dão sinal. Tivemos índices de rendimento muito bons, sinais muito positivos. Fizemos um primeiro jogo de Liga dos Campeões em crescendo e acabámos a segunda parte com índices físicos mais elevados do que na primeira – e não estou a dizer isto por sensibilidade, mas sim por dados objetivos.
Demos um sinal de clara disponibilidade física. Somos seres humanos, estamos com dois dias de intervalo, os jogadores têm esta mentalidade de descansar e recuperar para preparar o próximo desafio. Queríamos ter mais tempo, mas os indicadores físicos são todos muito bons. Amanhã [sexta-feira], logo veremos.
O Benfica teve mais de 60 por cento de posse de bola no jogo com o Fenerbahçe, mas só marcou um golo. Há trabalho a fazer com os avançados?
Fizemos 17 remates, seis à baliza e um golo. Tivemos um número de ocasiões que na Liga dos Campeões normalmente dão golo. Não as concretizámos, mas elas estiveram lá. Estamos a falar de duas equipas de nível Champions e nós conseguimos um conjunto de oportunidades que com mais eficácia faríamos mais um golo. Mas isso não é nada de anormal em relação ao que as outras equipas fazem. Há um processo gradual, nenhuma equipa em agosto está na plenitude das suas capacidades, mas mostrámos indicadores muito positivos, e com este aspeto de chegarmos à segunda parte e encostarmos praticamente o adversário ao seu reduto defensivo.
Castillo, a cumprir castigo por uma expulsão no campeonato mexicano, está indisponível para esta partida. Tem a equipa preparada para responder em campo com um segundo avançado?
Estamos preparados para o que o jogo nos vai dar e com os jogadores que vamos ter à disposição. Da minha parte não vai haver lamentos, apenas haverá soluções. E as soluções estão dentro. Tenho a plena confiança nos jogadores que vou convocar. O jogo tem vida própria, mas qualquer atleta que for para dentro de campo vai dar conta do recado.
Conta com Jonas para este jogo?
Fruto do encurtamento de dias entre jogos, vamos ter mais um treino amanhã [sexta-feira] e só depois disso é que sairá o lote de convocados.
O que espera desta edição do Campeonato, sendo que para o Benfica esta é a época da Reconquista?
Em primeiro lugar, desejo que seja um bom Campeonato para todos, muito bem disputado, que impere a qualidade, que haja uma competição saudável e respeito. Há sinais positivos que vão sendo emitidos por parte de quem está no topo da hierarquia daquilo que pretende para a modalidade. Que seja de facto posto em prática e se possa valorizar cada vez mais este desporto em Portugal, que é o mais importante que temos. Nós cá estamos com esse foco que está dentro de nós e que vai sendo mostrado sem qualquer receio, que é o da Reconquista de muita coisa.

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Svilar, Odysseas.
  • Defesas: Conti, Grimaldo, Rúben, Lema, Jardel, André;
  • Médios: Fejsa, Cervi, Alfa, Živković, Salvio, Pizzi, Samaris, Rafa, Félix, Gedson;
  • Avançados: Seferović e Ferreyra.

Boletim Clínico

  • Brevemente

Talking Points

Temos uma lista de temas para conversas sobre este jogo mas estejam à vontade para passar por cima:
  • Qual é a tua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  • Qual é o teu onze inicial, o primeiro da temporada, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  • Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  • Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
  • Quais são as expetativas para a temporada que ora começa?
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